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17/05/2012
Cruesp propôs 6,14%

No início da discussão do Fórum das Seis com o Cruesp, o reitor Rodas declarou que não concordava com a ordem da pauta de reivindicações apresentada pelo Fórum das Seis esse ano que tinha como 1º ponto: Liberdade de organização e de manifestação que começa com a revogação dos processos administrativos e judiciais contra estudantes e funcionários que lutam, etc.

Após a discussão foi feito um acordo que seria discutida a questão salarial com a garantia que em seguida entraria a questão da repressão, processos, etc, ficando para uma próxima reunião a pauta estudantil.

Logo no início o reitor Rodas anunciou que a proposta de reajuste seria a inflação da FIPE (4,14%) mais 2% e alegou que essa era a mesma do ano passado que foi a inflação FIPE (6,4%) mais 2% , o que deu um reajuste de 8,4%, “a diferença é que esse ano a inflação é menor”.

Os representantes do Fórum das Seis deixaram claro que essa proposta era abaixo das expectativas que existiam nas Universidades com relação à proposta do Cruesp e também protestando quanto ao momento do Cruesp marcar a 1ª reunião de negociação da data-base (1º de maio) só dia 16/5, já próximo ao fechamento da folha de pagamento, que no máximo fecha dia 25, sendo que todas as categorias devem realizar assembleias para discutir a proposta antes da próxima reunião que acabou sendo agendada pelo Cruesp para o dia 25 de maio.

As assembleias, inclusive a do Sintusp, têm que se realizar até o dia 24 (divulgaremos a data).

SOBRE A REPRESSÃO E OS PROCESSOS

Do item: Liberdade de organização e de manifestação dos movimentos, foi discutido apenas o 1º ponto: revogação das punições e retirada dos processos administrativos e judiciais contra funcionários, estudantes e entidades sindical e estudantil, ficando os demais pontos para próxima

reunião, que será dia 25 de maio.

A discussão começou com a fala da maioria dos representantes do Fórum das Seis cobrando principalmente do reitor Rodas todo o retrocesso na Universidade e a implantação de uma repressão aos movimentos e à organização dos trabalhadores e estudantes, que lembra o tempo da Ditadura Militar com a criminalização dos que lutam por uma Universidade pública, gratuita e de qualidade.

Rodas insinuou que os processos não visam destruir as entidades, nem atacam o direito de greve, etc, no final declarou que estava disposto a discutir a questão na próxima reunião (25/5) e que é possível chegar a um consenso sobre o assunto sobre os processos.

GRANDE ATO DOS TRABALHADORES E ESTUDANTES

Ontem, 16/5, ocorreu grande ATO, com a presença de mais de muitas centenas de pessoas, CONTRA A REPRESSÃO E PELA RETIRADA DOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS contra estudantes e trabalhadores.

O ato foi discutido aprovado pela Assembleia de estudantes da USP, além de convocado pelo Comitê Unificado contra a repressão e contou com o apoio do Fórum das Seis.

O objetivo foi protestar contra o início do processo contra 59 estudantes ameaçados de eliminação da USP, no local alugado pela reitoria na Rua Alvarenga, chamado de Procuradoria Geral Disciplinar para os processos contra estudantes e funcionários, local chamado a partir de ontem (16/5) de DOI-CODI.

Uma grande passeata foi até a Rua Alvarenga que ficou totalmente fechada por mais de uma hora.

Ficamos sabendo que a reitoria desde cedo havia suspendido a audiência e mandado esvaziar o local.

Os advogados de defesa dos estudantes registraram Boletim de Ocorrência na polícia, pois os estudantes foram intimados e não havia ninguém no prédio, sem que os advogados fossem avisados.

Todos diziam numa só voz: “Aqui estaremos novamente, em cada dia que houver audiências para caluniar, culpar e eliminar estudantes e

funcionários”. Como disse, uma companheira estudante: “me expulsaram, mas ainda não me eliminaram, pois “eliminar” (termo usado por

RODAS) significa me matar e ainda me encontro bem viva, continuo a pensar a mesma coisa do reitor autoritário e da falta de democracia que

esta universidade vive”.

Somente a unidade entre todos os(as) lutadores(as) da USP, UNESP e UNICAMP, mais o povo pobre da São Remo, derrotará RODAS e governos.

DIA 22 DE MAIO FOI MARCADA OUTRA AUDIÊNCIA DO PROCESSO E VAMOS FAZER UM ATO AINDA MAIOR

Todos(as) na Reunião do Comitê Unificado Contra a Repressão na USP

No dia 23 de maio de 2012, às 17 horas, no Sintusp


14/05/2012
Enfim marcada negociação Cruesp X Fórum das Seis
Dia 16/05, às 15 horas

Mais uma vez a negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp foi marcada com um grande atraso em relação à nossa data-base: 1º de maio.

A 1ª reunião de negociação foi marcada propositadamente em data próxima ao fechamento da folha de pagamento do salário de maio, pois para os reitores a reunião será apenas para apresentação do índice de reajuste e não uma reunião de apresentação de proposta a ser levada às assembléias das categorias que integram o Fórum das Seis.

A reunião foi marcada para às 15 horas do dia 16 de maio, na Rua Itapeva, exatamente no dia em que se inicia o processo administrativo contra 59 estudantes, quando vários deles estão sendo convocados para depor na “casa forte”, alugada pela USP, onde funciona a recém inaugurada “Procuradoria Disciplinas”.

 

Companheiros,

Na próxima quarta-feira, dia 16 de maio, os Diretórios Centrais de Estudantes da Unicamp e da USP vão promover uma importante atividade. Trata-se do “ATO ESTADUAL UNIFICADO POR DEMOCRACIA, PERMANÊNCIA ESTUDANTIL E CONTRA AS PUNIÇÕES”.

Tendo como pano de fundo a histórica luta do movimento estudantil e sindical nas universidades estaduais paulistas e no Centro Paula Souza pela democratização das estruturas de poder destas instituições, o ato tem o objetivo de denunciar a crescente criminalização dos movimentos, que culmina com processos administrativos e judiciais contra militantes estudantis, professores e funcionários, demissões de dirigentes sindicais e expulsão de estudantes.

O Fórum das Seis apoia o ato convocado pelos DCEs e convida as entidades a participarem ativamente de sua realização.

COORDENAÇÃO DO FÓRUM DAS SEIS

 

Mudança de Endereço de correspondência do Sintusp 

Em virtude da reforma que está em curso no Prédio da Antiga reitoria foi necessário que o Sintusp mudasse seu endereço de correspondência para que continuássemos a receber nossas correspondências. Portanto, o novo endereço para correspondência do Sindicato é: Av. Prof. Almeida Prado, 1276 – Caixa Postal: 72018 – CEP: 05508-970

 

USP : REINO DO RODAS
(mensagem enviada para o SINTUSP, para ser publicada no Boletim da entidade). 

No ano passado em Audiência Pública na Assembleia Legislativa tomamos conhecimento de que o reitor da melhor e uma das maiores universidades do mundo, é adepto da monarquia, portanto, assim é de se esperar que todos aqueles que se contrapõem ao seu projeto de universidade é castigado, perseguido e destinado a ser expulso do “seu reino”. Por enquanto, não optou pela forca.

E olhem, que a política é levada seriamente. Recentemente, “professoras da USP receberam Medalha Imperatriz Leopoldina” (http://www.usp.br/imprensa/?p=19346).

Diante dos fatos, gostaríamos de saber: Quem é o bobo da corte???


14/05/2012
E O PROCESSO ADMINISTRATIVO CONTRA SINDICALISTAS E MILITANTES COMEÇA DESMENTINDO O REITOR

Após reunião de entrega da pauta unificada do Fórum das Seis ao presidente do Cruesp, reitor da USP, João Grandino Rodas, os dois representantes do Sintusp no Fórum das Seis ouviram do reitor que ele não tinha conhecimento do processo contra diretores e militantes do sindicato e que não nos preocupássemos porque ele tomaria providências, para que o processo fosse concluído positivamente.

Exatamente dois dias após, os diretores do Sintusp: Magno, Neli, Solange, Pablito, membro do CDB - Nair, a funcionária da Coseas - Ana Melo e o estudante Rafael, são convocados para depoimento dos acusadores (amigos do Valdyr Jorge) marcado para o dia 3 de maio de 2012.

A reunião do dia 03 de maio foi suspensa após o advogado do Sintusp, Dr. Luis Eduardo Greenhalg, apontar inúmeras irregularidades processuais.

Também ficou claro a perseguição política aos diretores e militantes do sindicato, quando o Presidente da Comissão (Prof. Zanetti – Prefeito do Campus de Pirassununga, ex-conselheiro de Base da Adusp) e o Procurador Dr. Flávio La Farina, mencionaram que: “nós não estamos aqui para julgar ninguém, pois quem julga é quem assinou a Portaria de abertura do processo”, portanto, fica claro, que quem irá nos julgar é o reitor, que foi quem mandou abrir o processo.

Com esta clareza, ficou explícito que a Comissão processante está apenas cumprindo um papel, com um único objetivo, a ser definido pelo Reitor, não existindo isenção dos seus membros.

Também ficou claro que algo existe de errado, pois as páginas do processo deixaram de ser numeradas, podendo a qualquer momento arquivarem o que quiserem.

Diante da evidente violação aos princípios constitucionais e do direito administrativo que pode levar à nulidade do processo, os peticionários reiteraram o pedido de arquivamento do processo.

Lembramos que o conteúdo da portaria que instaura o processo, já menciona a sentença assim: “”eis que diante dos fatos que lhe são imputados, estão sujeitos, os funcionários, à penalidade disciplinar de demissão por justa causa, com fundamento no artigo 482, “a”, “b” (2ª. Parte) e “j”, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e o aluno è penalidade disciplinar de eliminação, com fundamento no artigo 248, IV do decreto nº 52906, de 27 de março de 1972, em vigor por força das disposições contidas no artigo 4º das Disposições Transitórias do atual regimento Geral da Universidade de São Paulo”, regimento este da época da Ditadura Militar e, sem

nenhum dos acusados ter sido ouvidos na 93ª Delegacia de Polícia, onde foi feito o Boletim de Ocorrência por um guarda universitário (banda podre da segurança) e por nutricionistas chefes, chefias de setores da COSEAS e, inclusive uma cozinheira. Todos com interesses escusos, inclusive de proteção a empresários.

Segundo a lógica do reitor, qualquer um poderá se dirigir à Delegacia de Polícia, acusar o reitor, diretor e chefias ou qualquer pessoa, que automaticamente todos responderão processo administrativo para ser demitidos. Isto tudo é uma palhaçada, para criminalizar e perseguir politicamente aqueles que lutam a favor do trabalhador na USP.

Esse é o mesmo método utilizado para a demissão do Brandão.


09/05/2012
E A NEGOCIAÇÃO DO CRUESP COM O FÓRUM DAS SEIS?
Fórum cobra agendamento das negociações e respeito à data-base

A Pauta Unificada de Reivindicações 2012 foi protocolada formalmente no dia 16 de abril, em reunião do Fórum das Seis com o reitor da USP, professor João Grandino Rodas, novo presidente do Cruesp. Na oportunidade, o Fórum destacou a necessidade de estabelecimento de um calendário de negociações e propôs que a primeira reunião ocorresse entre os dias 24 e 26 de abril. O reitor Rodas disse que iria consultar os reitores da Unesp e da Unicamp para definir o calendário.

Passadas quase três semanas da entrega da Pauta Unificada, está agendada apenas a reunião com a Comissão Técnica para esta quinta-feira, 10/5.

Uma vez que a data-base de servidores técnico-administrativos e docentes das universidades estaduais paulistas é 1º de maio, a ausência, até o momento, de um calendário de negociações nos preocupa e parece indicar a manutenção da mesma atitude do Cruesp de anos anteriores, quando prevaleceram o  desrespeito e o descaso com relação às reivindicações do Fórum. Esperamos estar  enganados! As entidades que compõem o Fórum reiteram sua disposição e seu interesse em negociar efetivamente todos os pontos da pauta encaminhada – e isso pressupõe diálogo entre reitores e entidades.

PAUTA ESPECÍFICA -  NEGOCIAÇÃO SÓ DIA 30

No dia 26 de abril, os representantes da reitoria, Prof. Amadio e o Prof. Wanderley Messias (Comissão de Negociação), em reunião com o Sintusp, mantiveram uma longa discussão sobre o processo administrativo contra 4 diretores do Sindicato, duas companheiras funcionárias e um estudante. Após isso anunciaram que a discussão da Pauta de reivindicações específicas dos funcionários da USP teria início no dia 9 ou 10 de maio e que confirmariam depois.

Novamente o Sintusp declarou que nessa reunião não deverão ser discutidos os pontos econômicos (auxílio alimentação, vale-refeição, auxílio creche e outros) antes da definição do índice de reajuste salarial, a ser negociado entre o Fórum das Seis e o Cruesp, apesar de a reitoria já ter divulgado reajustes do Vale Alimentação e do Vale-refeição.

Ontem, dia 7 de maio, o chefe de gabinete informou ao Sintusp que a 1ª reunião sobre a pauta específica só poderá ocorrer no dia 30 de maio, às 14 hora, pois “essa semana temos reunião da comissão técnica do Cruesp com o Fórum das Seis”.

Esta mudança é injustificável, pois a discussão dos vários pontos não   econômicos da pauta específica não têm relação com a negociação do Cruesp com o Fórum das Seis.


07/05/2012
REUNIÃO DO COMITÊ UNIFICADO CONTRA A REPRESSÃO
QUINTA-FEIRA (10/05), ÀS 17h, no SINTUSP

“Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada, prá a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa”
 
Cálice – Chico Buarque
 
 
COMITÊ UNIFICADO CONTRA A REPRESSÃO NA USP
 
As arbitrariedades dos processos político-administrativos promovidos pela reitoria da USP e pelo governo do Estado de São Paulo contra estudantes e trabalhadores da USP chegaram a um patamar que se assemelham aos processos inquisitórios promovidos na Idade Média, quando a Igreja assumia ao mesmo tempo o papel de acusador, juiz e carrasco. Rodas e Alckmin agem acima da própria lei, que é conscientemente burlada para atingir os fins políticos de eliminar todos os setores que possam opor resistência à implementação do projeto elitista e privatista orientado para atender aos interesses de uma ínfima parcela da sociedade, a classe dominante.
 
Foi com o intuito de unir forças de todos os setores democráticos, que são contrários às medidas repressivas escandalosamente impulsionadas pela reitoria através de ações investigatórias, de perseguição e patrulhamento político e ideológico, promovidos impunemente à luz do dia na universidade de “excelência”, que estudantes, trabalhadores, advogados, entidades e apoiadores, que não aceitam ser silenciados, constituíram o Comitê Unificado Contra a Repressão na USP.
 
O Comitê Unificado contra a Repressão na USP mantém reuniões abertas com data e local previamente divulgados, sendo que a próxima reunião ocorrerá dia 10 de maio, às 17 horas, no Sintusp e estão todos convidados.
 
 
REUNIÃO DO COMITÊ UNIFICADO CONTRA A REPRESSÃO
QUINTA-FEIRA (10/05), ÀS 17h, no SINTUSP



24/04/2012
TODA NOSSA FORÇA NA CAMPANHA SALARIAL

Na Assembleia realizada no dia 18/04 para discutir Carreira, foi discutido o descontentamento na forma como os Comitês estão demandando o processo de Avaliação para Progressão na Carreira nas unidades, com centenas de aberrações e distorções, bem como, muita insatisfação nas unidades que já publicaram a listagem dos contemplados para a progressão.

Esta Carreira foi desfigurada pelo reitor, quando limitou o orçamento para esta progressão, já sabendo qual seria o resultado deste processo, adiou o resultado para junho, quando já terá passada a Campanha Salarial, levando ilusão aos funcionários de que todos poderão ganhar desta vez, o que não irá ocorrer.

Diante do quadro apresentado, os funcionários decidiram na Assembleia que, neste momento, os trabalhadores da USP e o sindicato irão acompanhar todo o processo, suas irregularidades e elementos nocivos à Carreira, que deverão ser discutidos em um Seminário a ser marcado e deliberaram que:

1) Os funcionários deverão centrar força na Campanha Salarial, onde todos ganharão igual;

2) Não podemos perder de vista a defesa do nosso emprego, pois não esqueçamos que podemos ganhar agora e amanhã estarmos sem o emprego;

3) Novamente dizer NÃO ao PROADE, instrumento que poderá levar milhares à demissões, como já vem ocorrendo com muitos funcionários recém contratados e avaliados pelas chefias. Ressaltamos que muitas destas demissões são de estudantes formados pela USP que passaram nos Concursos Públicos, entre milhares de candidatos, ou seja, a universidade rejeitando o seu próprio “produto”;

4) Defesa intransigente do Sintusp, nosso instrumento de luta e de defesa de toda a categoria.

Todos participando das reuniões nas unidades e todos animados para arrancar os 11% do Cruesp!

E O HU CONTINUA O MESMO

O Hospital Universitário vem se deteriorando dia a dia, na sua estrutura física e na qualidade do atendimento à população.

Existe reforma no hospital, inacabada e paralisada, há mais de um ano.

Na gestão RODAS foi orçado para o Hospital Universitário, muito dinheiro, mas até agora tudo continua igual.

No dia 11/04/2012, através de uma chuva, o hospital é inundado e mais uma vez os problemas estruturais que geram infiltrações na parte superior, não resistem aos “castigos da mãe natureza” e pacientes ficam expostos a água suja.

Na última reunião do Conselho Universitário, quando foi criado o cargo de “Superintendente do Sistema de Saúde da USP”, foi feita uma proposta de ser criado um Conselho Gestor deste Sistema, com representantes da comunidade externa (população), representantes dos professores, funcionários e estudantes, para discutir, propor e fiscalizar políticas públicas e proposituras com prioridades na aplicabilidade do dinheiro público que é destinado a este sistema, até porque hoje já existe a transferência de dinheiro público para a iniciativa privada, através da contratação de empresa. Tal propositura não foi aceita.

Se a administração da saúde fosse democrática, discutida nos fóruns de decisão da universidade, com a participação do povo, com certeza o HU e o Projeto Zona Oeste não seria o que é e a população não sofreria.

Quem sabe na próxima chuva, algum paciente irá morrer afogado, como muitos já morreram pelo mau atendimento e depois irão dizer: a mãe natureza é a culpada.

Exigimos reformas estruturais URGENTES no HU, em curto prazo, pois segundo o reitor, o que não falta nesta universidade é dinheiro.

Convocação para o 1º Encontro Nacional de Mulheres da CSP-Conlutas

A Secretaria de Mulheres do Sintusp convida todas as trabalhadoras, efetivas e terceirizadas a participarem do 1º Encontro Nacional de Mulheres da CSP-Conlutas que irá ocorrer no dia 27 de abril de 2012, próxima sexta-feira. Neste Encontro levaremos nossas bandeiras:

Que os capitalistas paguem pela crise! Basta de opressão! Pelos direitos da mulher trabalhadora! Pelo direito ao aborto legal, seguro e gratuito!

NO MUNDO TODO E NO BRASIL DEVEMOS LUTAR POR:

• Que os capitalistas paguem pela crise! Viva a luta das mulheres e do povo árabe!

• Fora as tropas brasileiras do Haiti! Basta de violência contra as mulheres haitianas, afegãs e africanas!

• Basta de repressão aos trabalhadores e ao povo da Espanha e dos países da Europa que sofrem com a crise capitalista!

• Pelos direitos da mulher trabalhadora! Pelo fim da dupla jornada! Creches, lavanderias e restaurantes públicos! Salário mínimo do DIEESE!

• Efetivação de todas as trabalhadoras e trabalhadores terceirizados sem necessidade de concurso público ou processo seletivo!

• Licença maternidade de 1 ano, creches em horário integral para atender a demanda de crianças!

• Basta de assédio moral!

• Direito ao aborto legal, livre, seguro e gratuito! Basta de mulheres mortas por abortos clandestinos! Abaixo o acordo Brasil-Vaticano!

• Pela organização das mulheres independente dos governos e dos patrões!

E NA USP, AS MULHERES CONTINUAM DE PÉ:

• Basta de repressão, perseguição e opressão!

• Exigimos a reintegração de todos os estudantes expulsos e de Claudionor Brandão, diretor do Sintusp demitido!

• Anulação dos inquéritos policiais contra os 73 presos da Ocupação da Reitoria e 12 presos da Ocupação da Moradia!

• Retirada de todos os processos a trabalhadores e estudantes!

• Esclarecimento e punição aos responsáveis pelo atentado à sede do Sintusp!

• Basta de espionagem e arapongagem!

• Punição aos torturadores de mulheres!

• Fora a polícia da USP, dos bairros e favelas!

• Por uma universidade a serviço dos trabalhadores e do povo pobre!

COMPANHEIRA CAMILA RADWANSKI, estudante e lutadora da USP, PRESENTE, AGORA E SEMPRE!

ORIENTAÇÕES PARA PARTICIPAR DO ENCONTRO: O Encontro irá ocorrer no dia 27/04, próxima sexta-feira das 7h às 17h. O local do Encontro será no Centro de Convivência da estância Árvore da Vida, na cidade de Sumaré/SP. Cada delegação deve enviar a lista de participantes, por isso pedimos que as trabalhadoras que tenham interesse de participar

enviem seus dados pelo email sintusp@sintusp.org.br ou pelo telefone 3091-4380, informando nome completo, unidade, RG, se necessitará de creche e de liberação para o dia. A taxa de inscrição é R$ 40,00 e deverá ser pago no ato de credenciamento,

às 7h no dia do Encontro. O valor é referente à Café da Manhã e Almoço. O transporte de ida e volta será organizado pela Secretaria de Mulheres do Sintusp a partir da quantidade de companheiras que forem participar do Encontro.

SINDICATO DOS TRABALHADORES QUÍMICOS E

FARMACÊUTICOS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E REGIÃO

Vitória: todos os cinco dirigentes demitidos arbitrariamente pela Johnson foram reintegrados

Os ataques da multinacional Johnson contra o Sindicato dos Químicos e Farmacêuticos de São José dos Campos e região estão caindo por terra. Em fevereiro, a empresa demitiu cinco dirigentes sindicais combativos do Sindicato, mas nós conseguimos reintegrar todos eles. A última reintegração foi determinada pela justiça do Trabalho, ontem, quarta-feira, 18.

Em fevereiro de 2012, a empresa praticou o maior ataque ao nosso Sindicato ao demitir cinco dirigentes sindicais: Lídia, Silvio, Cabral, Natalino e Paulo Lourenço. Nós já conquistamos a reintegração de todos. O último a ser reintegrado foi Paulo Lourenço.


 
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SEMINÁRIO "AS MUDANÇAS PROFUNDAS NO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO E SUA APOSENTADORIA" -
Local: (A DEFINIR)
Data: 20/04/2012 Horário: 8H30
 
ATO UNIFICADO CONTRA A REPRESSÃO -
Local: em frente à reitoria da USP
Data: 22/03/2012 Horário: 17 HORAS
 
FILME + RODA DE DISCUSSÃO - Exibição do filme: "Revolução em Dagenham"
Local: Faculdade de Educação da USP - sala 114 Bloco B
Data: 14/03/2012 Horário: 16 horas
 
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