| |
| 27/01/2012 |
| Divulgação sobre o II Encontro de Mulheres Trabalhadoras da USP |
| Secretaria de Mulheres se reúne na próxima segunda-feira |
|
No dia 15 de dezembro de 2011 ocorreu, na Faculdade de Educação, o II Encontro de Mulheres Trabalhadoras da USP, com a participação de trabalhadoras e estudantes. Em meio a um processo enorme de perseguição política, o Encontro foi aberto com intervenção de Diana Assunção, diretora do Sintusp, sobre a situação nacional e internacional e a partir deste debate reafirmou-se a luta contra a repressão e contra a polícia, exigindo a retirada de todos os processos contra estudantes e trabalhadores, a anulação dos inquéritos policiais contra os 73 presos políticos da USP e a reintegração imediata de Claudionor Brandão, dirigente sindical. A luta contra a repressão é a luta por uma universidade pública, gratuita e de qualidade, para toda a população, e neste sentido as mulheres trabalhadoras devem estar na linha de frente desta luta. Reafirmamos também a luta contra a opressão às mulheres, debatendo os problemas da mulher trabalhadora para se organizar sindicalmente e politicamente, assim como os desafios que estão colocados no próximo ano diante do acirramento da crise internacional em nosso país. O Encontro contou com a participação de Rosi Santos, uma das 73 estudantes que foram presas na reintegração de posse da Reitoria ocupada, que deu um depoimento sobre a tortura que sofreu por parte da polícia. A este depoimento se somaram uma série de denúncias dentro e fora da universidade. A partir deste Encontro um dos objetivos centrais é manter uma forte campanha de denúncias contra a repressão e a perseguição política, avançar durante o ano de 2012 nas discussões mais específicas sobre a questão da mulher e suas condições de trabalho, com ênfase nas condições das trabalhadoras da saúde e terceirizadas, e dessa forma chegar a novas trabalhadoras, efetivas e terceirizadas, ao lado das estudantes, para organizar um amplo setor de mulheres que busque encarar a luta contra a opressão desde uma perspectiva da luta contra a exploração capitalista. Próxima reunião da Secretaria de Mulheres do Sintusp: Dia 30 de janeiro de 2012 às 16h na sala 23 (Bloco B) da Faculdade de Educação da USP |
|
| 23/01/2012 |
| TODO APOIO E SOLIDARIEDADE À POPULAÇÃO POBRE E TRABALHADORA DO PINHEIRINHO! |
|
Na manhã de domingo, 22/01, os trabalhadores e moradores da região do Pinheirinho, área de 1 milhão de metros quadrados localizada em São José dos Campos e, supostamente pertencente à massa falida de uma empresa vinculada ao especulador Naji Nahas, foram surpreendidos por um efetivo de mais de 2 mil homens da Polícia Militar, recrutada em 33 municípios da região metropolitana de São Paulo, para efetuar uma reintegração de posse ilegal, em meio a um acordo em curso com a justiça federal, utilizando-se de um verdadeiro arsenal de guerra.
Estão sendo utilizados blindados e helicópteros, cães, cavalaria, bombas de gás lacrimogêneo e de pimenta, balas de borracha e inclusive armas de fogo, disparadas contra uma maioria de mulheres, crianças, idosos, trabalhadores e trabalhadoras que resistem há quase 10 anos nessa região, lutando pelo direito a moradia e contra a especulação imobiliária de corruptos nacionalmente conhecidos, como o senhor Naji Nahas.
É de total responsabilidade do Governador Geraldo Alckimin e do Prefeito Eduardo Cury de São José dos Campos o verdadeiro banho de sangue e o clima de terror que vem ocorrendo no Pinheirinho desde a manhã de ontem, que na realidade escancara aos olhos de todo o país o grave déficit habitacional do Brasil, estruturalmente utilizado de maneira criminosa contra a população pobre do país, através da especulação imobiliária a serviço das grandes empreiteiras e potencializada nesse momento com a aproximação dos jogos da Copa e Olimpíadas, para a construção de mega-empreendimentos, hotéis e condomínios de luxo, arenas multiuso futurísticas, enquanto grande parte da população padece com moradias precárias, sem as mínimas condições de saneamento básico, lutando diariamente contra a concentração latifundiária de terras no campo e contra a especulação de terrenos e prédios inteiros abandonados nas grandes cidades.
Essa polícia que age a mando dos grandes capitalistas e do “direito a propriedade privada”, é a mesma que age contra os estudantes e trabalhadores da USP nas greves por mais verbas para a educação, por melhores condições de ensino, por permanência e moradia estudantil. Essa criminosa reintegração de posse no Pinheirinho, que contabiliza dezenas de feridos e desaparecidos, além de ao menos uma morte já confirmada de uma criança de 4 anos de idade, atingida por bala de borracha (!!!), abre um terrível precedente para que sejam desalojados de suas casas todos os moradores de comunidades e favelas espalhadas por todo o país, para servirem de especulação e lucros bilionários para bandidos e especuladores.
Também o Governo Federal é responsável por esse e tantos outros massacres, não só por se “omitirem” ao que vem ocorrendo em São José dos Campos, mas por promoverem a mesma política higienista, racista e anti-popular em distintas localidades do país, através das obras do PAC que em sua maioria favorecem grandes projetos faraônicos, como a Usina de Belo Monte, em detrimento de um verdadeiro plano de obras públicas para garantir moradias, hospitais, escolas e creches para a população pobre e trabalhadora!
Nesse sentido, nós do Sindicato dos Trabalhadores da USP declaramos;
Liberdade imediata aos presos políticos e nenhum processo! Punição aos responsáveis pela repressão! Desapropriação sem indenização da área do pinheirinho! Por um plano de obras publicas e moradia digna para todos!
Diretoria Colegiada Plena do Sindicato de Trabalhadores da USP |
|
| 19/01/2012 |
| Criminosa sabotagem no Sintusp – Sindicato dos Trabalhadores da USP |
| Boletim nº 02 |
|
Quinta-feira (12) pela manhã, quando dois funcionários adentraram a sede do sindicato para dar inicio a mais um dia de expediente, constataram um forte cheiro de gás e, em seguida, surpreenderam-se quando identificaram um enorme vazamento de gás em virtude de todos os botões do fogão industrial, estarem abertos. Minutos mais tarde, outro funcionário, ao abrir sua sala para também dar inicio ao seu trabalho, notou que pastas e documentos de uso interno estavam espalhados no interior da mesma. Todo o episódio ocorreu sem a violação de qualquer um dos cadeados de entrada e das fechaduras das portas que dão acesso a entidade e as salas internas! Ressaltamos que, como de costume, todo o espaço fora vistoriado no dia anterior, antes de seu fechamento, e que tudo se encontrava devidamente normal. Estranhamente (no final da tarde do dia anterior) foi observado por funcionários e estudantes a presença de vigilantes da empresa EVIK e policiais à paisana, que segundo relatos nem se preocuparam em disfarçar suas condições de policiais na inusitada “visita” nos arredores do sindicato. A sabotagem foi registrada em BO – boletim de ocorrência - na Central de Segurança da USP e no 93º Distrito Policial, no Jaguaré. A Diretoria do Sintusp encaminhou ofício à reitoria da universidade comunicando os fatos. É importante ressaltar que os cadeados e fechaduras do sindicato não foram arrombados. Lembramos que tudo isso aconteceu depois de (a): Dia 6/1 - Uma estudante grávida ter sido agredida (por “agentes” da guarda universitária na presença de policiais militares) e depois acompanhada, por diretor do sindicato, ao 91º Distrito Policial para registro de boletim de ocorrência e exame de corpo de delito. Dia 9/1 - Intervenção de diretores do Sintusp (no caso Nicolas - estudante da USP espancado pelo sargento PM André Ferreira, no espaço do DCE/USP) e da acirrada discussão com os policiais e guardas universitários, evitando a continuidade das atrocidades. Dia 9/1 – Publicação na Revista Fórum (jan/2012) sobre espionagem na USP. Com apresentação de documentos que a Revista teve acesso, como relatórios de agentes infiltrados em reuniões da diretoria do sindicato, da Associação dos Docentes da USP, reuniões e assembléias de estudantes e funcionários, além do monitoramento de médicos e funcionários do Hospital Universitário e até Diretores de Unidades da Universidade. Dia 10/1 – entrevista coletiva do estudante Nicolas a diversas emissoras de TV, falando sobre a agressão e a ação policial e de “membros” da guarda universitária. Gravação sugerida e organizada por diretores do Sintusp. Até o momento não constatamos a perda ou furto de nenhum documento ou objeto de valor, o que evidencia que esta atitude criminosa que colocou em risco a vida dos funcionários, dos diretores e estudantes que freqüentam o espaço, só pode ser explicada por motivações políticas. Este é o último capítulo de uma tragédia anunciada pela assinatura de um convênio que perpetua a PM em nossa universidade, como parte de uma verdadeira ofensiva repressiva feita por parte da reitoria e do governo, que se da através de processos administrativos, criminais e ações de espionagem contra os diretores e ativistas do sindicato e estudantes que lutam em defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade para todos. Assim, denunciamos esta criminosa atitude de ataque ao Sintusp e responsabilizamos a reitoria e o governo pela integridade física de todos. Estamos comunicando a todos os companheiros que a revista Fórum, edição de janeiro de 2012, traz uma matéria de capa sobre “arapongagem na USP”, denunciando relatórios de agentes infiltrados na Universidade, sobre reuniões no sindicato, na ADUSP, reuniões dos estudantes, assim como assembléia dos três segmentos, e até mesmo espionagens individuais de professores, estudantes e funcionários, bem como diretores de unidades da USP; como é o caso do professor Magalhães, diretor da Faculdade de Direito, além de médicos e funcionários do HU - Hospital Universitário, acusados pelos arapongas de comprarem droga na comunidade São Remo.
ESPIONAGEM NA USP - SINTUSP DISPONIBILIZA REVISTA FÓRUM
No dia do lançamento da revista, as mesmas desapareceram da maioria das bancas, sendo que alguns jornaleiros informaram que, uma única pessoas havia comprado todos os exemplares da banca. Diante disso, o SINTUSP comprou dezenas de exemplares da revista Fórum na editora, a preço de custo, R$ 5,00. O preço de capa é R$ 8,90. “A matéria contem seis páginas, com trechos dos relatórios dos arapongas, entrevista com o Reitor da USP, história dos tapetes persas comprados por Rodas, com valores superiores a R$ 30.000,00, etc.” As revistas estão à disposição dos interessados no sindicato, que fica na Av. Professor Luciano Gualberto, Travessa J, 374, Cidade Universitária. Telefones: 3091-4381-3814-5789.
COMUNICADO SOBRE ALTERAÇÃO DE HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO SINDICATO
Prezados Companheiros (as); Tendo em vista o atentado sofrido pelo SINTUSP no dia 12 de Janeiro de 2012, onde foi colocado em risco a vida dos funcionários, da diretoria, assim como a sede do sindicato, que funciona há mais de 30 anos, discutimos e deliberamos vários encaminhamentos com relação à segurança do sindicato. Desde o dia (16/01/2012), o funcionamento do sindicato está sendo das 8:00 horas ás 18:00 horas. Pedimos a compreensão de todos. Estaremos à disposição dos nossos associados e de todos (as) funcionários (as) da Universidade de São Paulo dentro deste novo horário. Solicitamos que esta informação seja repassada a todos funcionários de suas respectivas unidades.
Sintusp reúne-se com reitoria hoje
Desde o dia 19/12/2011 (antes da ultima agressão da PM a um estudante negro e a uma estudante grávida no espaço do DCE/USP, e do atentado ao nosso sindicato), foi pedida uma audiência com o reitor da universidade, para discutir a escalada repressiva, a militarização do campus, agressões, arapongagem na USP, processos contra militantes funcionários e estudantes. Só agora, após os últimos e absurdos fatos, a reitoria resolveu marcar a reunião com a diretoria do sindicato, mas sem a presença do reitor, que será representado pelo chefe de gabinete, Professor Amadio e pelo coordenador de relações institucionais, Professor Wanderley Messias que, comunicaram possuir “carta branca” do reitor para negociar com o sindicato. A reunião será as 15h30 na reitoria. |
|
| 18/01/2012 |
| Repudiamos o criminoso atentado político ao SINTUSP |
|
No último dia 12/01 o SINTUSP foi alvo de um criminoso atentado de motivações políticas que poderia ter provocado a morte de funcionários, diretores e estudantes que freqüentam este espaço.
Ao iniciar suas atividades na manhã da quinta-feira 12/01, por pouco o SINTUSP não sofreu uma explosão criminosamente preparada através de um enorme vazamento de gás provocado intencionalmente. Neste mesmo dia fomos surpreendidos com uma das salas que guarda documentos internos revirada, sem, no entanto, haver furto de qualquer objeto de valor, ou arrombamento das fechaduras evidenciando o caráter pré-meditado e a motivação política destas ações.
Coincidentemente este atentado ocorreu dois dias após a absurda agressão da PM que sacou sua arma para Nicolas, o único estudante negro que estava no espaço estudantil do DCE, em que nosso sindicato prontamente manifestou seu repúdio. São de conhecimento público que tais ações provocaram uma enorme repercussão nacional que gerou a indignação da comunidade universitária, organizações de direitos humanos e do movimento negro que culminaram no afastamento dos dois policiais envolvidos no comando desta operação. Não são menos conhecidos em nosso país os inúmeros casos de afastamento ou de denúncias de violação dos direitos humanos por integrantes das forças repressivas seguidos por retaliações “extra-oficiais” contra ativistas no campo e na cidade mortos impunemente. Estes atos nos remetem à transição pactuada da ditadura para a democracia que preservou impunes os mesmos carrascos que patrocinaram as torturas, assassinatos e atentados como o do Rio Centro contra todos aqueles que ousavam fazer oposição ao regime e seu aparato repressivo.
Estranhamente, desde estes bárbaros ocorridos, que, além de uma violação dos mais elementares direitos humanos atacam violentamente a autonomia universitária, a reitoria da USP ainda não se pronunciou publicamente a respeito, eximindo-se da responsabilidade pelas decorrências da assinatura do convênio que perpetua a presença da PM na USP, e alimentando a possibilidade de que novas ações como estas se repitam sob a forma de uma tragédia.
A ofensiva repressiva da qual o SINTUSP têm sido alvo prioritário, com dezenas de processos administrativos e criminais descaradamente forjados, inquéritos policiais, multas e demissões ilegais como a de Claudionor Brandão, a prisão de 73 estudantes e trabalhadores na desocupação violenta da reitoria e a expulsão de 6 estudantes que lutavam por moradia e assistência estudantil, vem ganhando contornos cada vez mais nefastos com as recentes denúncias de arapongagem que demonstram com riqueza de detalhes o monitoramento político e ideológico feito pela Guarda Universitária e pela polícia contra o SINTUSP e os estudantes que lutam em defesa de uma universidade pública e a serviço dos interesses dos trabalhadores e do povo pobre.
Repudiamos o atentado criminoso contra o SINTUSP e o ataque à liberdade de organização política e sindical dos trabalhadores e estudantes da USP, seguimos responsabilizamos a reitoria e o governo pela integridade física dos diretores, funcionários e da comunidade universitária que mantém no SINTUSP uma referencia de sua luta contra o projeto privatista de universidade de Rodas e a ordem social de exploração em que vivemos. Conclamamos os sindicatos, entidades estudantis, organizações políticas e de Direitos Humanos a manifestar publicamente o repúdio a este criminoso atentado político sofrido pelo SINTUSP. Diretoria Colegiada Plena do Sindicato dos Trabalhadores da USP |
|
| 17/01/2012 |
| COMUNICADO SINTUSP URGENTE |
| Criminosa tentativa de sabotagem no SINTUSP |
|
Nos últimos dias a USP, novamente foi palco de cenas lamentáveis de violência decorrentes da ação truculenta e racista da Policia Militar e da Guarda Universitária contra os estudantes que se encontravam no espaço do DCE - Diretório Central dos Estudantes da USP, violência que só cessou com a chegada de diretores do SINTUSP e após acirrada discussão com os policiais e guardas universitários. Este foi o último capitulo de uma tragédia anunciada pela assinatura de um convênio que perpetua a PM, como parte de uma verdadeira ofensiva repressiva feita por parte da reitoria e do governo através de processos administrativos, criminais e ações de espionagem contra os diretores e ativistas do SINTUSP e a estudantes que lutam em defesa de uma educação pública, de qualidade e para todos. Ao longo de anos de luta o SINTUSP tornou-se reconhecido por sua trajetória de luta em que se empenhou junto aos estudantes, intelectuais conscientes e críticos ao projeto privatista de universidade na defesa de melhores condições de trabalho e estudo para os trabalhadores terceirizados, os setores mais explorados e, por tudo isso angariando inimigos oriundos dos setores mais conservadores e reacionários da universidade e da sociedade que vêm em nosso sindicato um obstáculo aos seus interesses e, que, portanto, deve ser combatido. Por tudo isso, viemos por meio deste dar conhecimento a todos de fatos graves que necessitam ser denunciados: No dia 12/01/2012, ao iniciar seu funcionamento dois funcionários do SINTUSP constataram que, mesmo com os cadeados fechados e a vistoria feita no dia anterior, havia um forte cheiro de gás no local. Qual não foi sua surpresa quando identificaram que havia um enorme vazamento de gás na cozinha do sindicato em virtude de que todos (!!!) os botões do fogão industrial da entidade encontravam-se abertos. Além disso, uma das salas que contém documentos de uso interno foi encontrada com evidências nítidas de arrombamento, com pastas de documentos derrubadas pelo local. Destacamos ainda que no final da tarde de ontem estranhamente foram vistos pelos funcionários e estudantes nos arredores do sindicato vigilantes da empresa EVIK e policiais à paisana. Os funcionários do sindicato foram registrar Boletim de Ocorrência na Central de Segurança da USP e na 93a. Delegacia de Polícia / Butantã.A diretoria do SINTUSP encaminhou oficio á reitoria comunicando os fatos.É importante ressaltar que os cadeados e fechaduras do sindicato não se encontravam arrombados. Lembramos que tudo isto ocorre após a publicação de seis páginas da Revista Fórum de Janeiro sobre a USP, com matéria apresentando documentos que a Revista teve acesso com relatórios de agentes infiltrados sobre reuniões da diretoria do sindicato, das Associações dos Docentes da USP, além de inúmeras reuniões e Assembléias de Estudantes e Funcionários, além de monitoramento de médicos e funcionários do Hospital Universitário e até de diretores de unidades. Até o momento não foi constatada a perda ou furto de nenhum objeto de valor, o que evidencia que esta atitude criminosa que colocou em risco a vida dos funcionários do Sintusp, dos diretores e da comunidade universitária que freqüenta este espaço só pode ser explicada por motivações políticas. Denunciamos esta criminosa atitude de ataque ao SINTUSP, e responsabilizamos a reitoria e o governo pela integridade física dos militantes, funcionários e membros da comunidade universitária e estamos encaminhando este comunicado à comunidade universitária, entidades, parlamentares e á imprensa. São Paulo, 12 de Janeiro de 2012. Diretoria Colegiada Plena do SINTUSP |
|
| 22/12/2011 |
| Ofício ao Reitor Reivindicando Audiência |
|
|
Prof. João Grandino Rodas
Reitor da Universidade de São Paulo
O Sindicato dos Trabalhadores da USP ante a sucessão de processos administrativos, judiciais e inúmeros inquéritos policiais contra diretores e militantes do Sintusp, que também ocorre contra militantes do movimento estudantil, o que entendemos ser um ataque à organização dos trabalhadores e estudantes, vem reiterar o pedido de uma reunião para discutir a questão.
Consideramos também de extrema gravidade os relatórios recebidos pelo Deputado Estadual, Carlos Giannazi, e repassados para os funcionários e estudantes, na Audiência pública sobre a USP, realizada na Alesp dia 28 de novembro de 2011. Trata-se de relatórios de agentes infiltrados no movimento sindical de funcionários e professores e no movimento estudantil, com descrições do que foi dito e deliberado em assembleias e reuniões, tais como de diretoria do Sindicato e do Fórum das Seis, realizadas na USP.
O que mais chama atenção é a relação dos relatórios partirem de agentes externos à Universidade, encaminhados ao o Sr. Ronaldo Penna, policial que dirige as operações de segurança da USP, assim como relatórios elaborados e assinados pelo próprio Ronaldo Penna, relatando falas, resoluções aprovadas em reuniões de diretoria do Sintusp, inclusive alertando os passos que serão tomados pelos trabalhadores descobertos nessa espionagem, todos esses relatórios encaminhados ao gabinete do reitor.
Outra questão pendente que queremos discutir é a absurda militarização da Universidade que tem como focos: a abordagem e a repressão a estudantes e trabalhadores, como ficou evidente a partir do estabelecimento do convênio USP/PM, o que levou ao inevitável e já previsto confronto. Os fatos ocorridos deverão se repetir com intensidade ainda muito maior, com a manutenção da militarização, principalmente após o retorno às aulas, término do período de férias.
Pela magnitude e gravidade dos problemas levantados requeremos que a reunião entre o Sintusp e a Reitoria se realize com brevidade.
Sem mais para o momento, aguardamos retorno,
A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da USP
SERRA TENTA IMPEDIR A VENDA DO LIVRO: “A PRIVATARIA TUCANA”
O livro foi escrito pelo premiado jornalista Amaury Ribeiro Junior, “A privataria tucana”, publicado pela Geração Editoral, revela as grandes e tenebrosas transações e maracutaias bilionárias, além do tráfico de influência, comandadas por José Serra e seu tesoureiro, Ricardo Sérgio de Oliveira, conhecido como “Mister Big”.
Lançado dia 9 de dezembro, o livro traz inúmeras provas documentais (são 100 páginas só de documentos), que mostram como o patrimônio público foi roubado, pilhado na época das inúmeras privatizações a partir de um esquema montado por Serra, teve toda edição ( 15.000 exemplares) esgotada ou desaparecida das livrarias no mesmo dia do lançamento, ou seja, dia 9 de dezembro.
A livraria Cultura informou que o ex-governador, José Serra, ligou pessoalmente solicitando a reserva de todos os exemplares da livraria (50 ao todo, porque ele compraria todos. O pedido foi negado segundo uma funcionária da livraria, que preferiu não se identificar, entretanto, os livros sumiram das prateleiras no mesmo dia.
ALGUMAS REVELAÇÕES DO LIVRO:
• Carlos Jereissati, dono da Oi, usou sua empresa Inifinity Trading, sediada em paraísos fiscais, para pagar propina a Ricardo Sérgio de Oliveira, na empresa Franton Enterprises.
• A propina pela compra da Oi, segundo o autor do livro, seria próxima a R$ 90 milhões. Jereissati e seus parceiros chegaram ao leilão sem recursos e foram socorridos por fundos de pensão, comandados por Ricardo Sérgio de Oliveira e seu braço direito João Bosco Madeiro.
• Ricardo Sérgio de Oliveira, que era chamado de “Mr. Big” e se tornou amigo de Serra por intermédio de Clóvis Carvalho, comprou prédios inteiros em Belo Horizonte, que depois foram também vendidos a fundos de pensão estatais. O livro traz documentos e procurações usadas por Ricardo Sérgio e seus laranjas.
• Na privatização da Vale, vencida por Benjamin Steinbruch com recursos dos fundos de pensão, num consórcio organizado por Miguel Ethel e José Brafman, a propina teria sido de R$ 15 milhões.
• Gregório Marin Preciado, “primo” de Serra, organizou o consórcio Guaraniana, que, também com dinheiro dos fundos de pensão, comprou várias distribuidoras de energia no Nordeste, hoje pertencentes ao grupo espanhol Iberdrola.
• Tanto Verônica Serra como Ricardo Sérgio de Oliveira utilizaram a mesma empresa, a Citco, para abrir suas contas no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas.
Por último, depois de se dedicar à guerra interna dos tucanos, Amaury escreveu sobre a guerra interna do PT, na campanha de Dilma, entre os grupos de Fernando Pimentel e Antônio Palocci.
O livro traz documentos, procurações, etc, sobre os fatos.
Ver matéria completa no site: http://brasil247.com.br/pt/247/pernambuco247/29331/Serra-tentacomprar-estoque-de-A-Privataria-Tucana.htm
Assédio Moral na Coseas
Severino Barbosa da Silva, cozinheiro do restaurante central, registrou boletim de ocorrência na 93º DP, denunciando sua superior hierárquica e nutricionista, que ao ver um grupo de funcionários lendo um boletim do Sintusp na hora do lanche, mandou aos berros, que os mesmos “voltassem imediatamente ao trabalho”. Severino reclamou dos gritos e logo foi pressionado a assinar uma carta de advertência.
Severino se recusou a assinar e acabou sendo empurrado para fora da sala pela sua superior e por uma outra nutricionista.
Este comportamento absurdo e inaceitável não pode ficar impune, Severino e o Sintusp apresentarão denúncia na delegacia do Trabalho. |
|
|
|
Comitê contra a repressão e as perseguições políticas na USP - Convocamos todas os trabalhadores, estudantes, professores, entidades, organizações de esquerda, de direitos humanos, entre outros a participarem do Comitê contra a repressão e as perseguições políticas na USP.
Local: Sede do Sintusp
Data: 07/02/2012 Horário: 17h |
| |
Reunião da Secretaria de Mulheres - 1ª Reunião da Secretaria de Mulheres em 2012 para organizar as atividades e debater a situação das mulheres trabalhadoras na Universidade.
Local: Sala 23 - Bloco B - Faculdade de Educação da USP
Data: 30/01/2012 Horário: 16h |
| |
REUNIÃO DO DEPARTAMENTO DE CARREIRA - Convocamos todos os companheiros que se candidataram nas unidades para representarem os funcionários nos Comitês e todos os interessados na Cearreira.
Local: no Sintusp
Data: 11/01/2012 Horário: 9 horas |
| |
|
|
|
 |