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CAMPANHA EM DEFESA DO HU!

Precisamos defender o Hospital Universitário, que está sendo destruído e é um dos únicos hospitais a que podemos ter acesso na Zona Oeste de São Paulo, em toda a região do Butantã, Rio Pequeno, Jaguaré e arredores.

Com a demissão de funcionários, suspensão de contratações e corte de verbas,  vários serviços estão sendo reduzidos ou cortados, como o pronto socorro de oftalmologia, ambulatório de ortopedia e leitos de internação (inclusive da UTI). Além de mais de 70 tipos de exames, o HU já fechou mais de 56 leitos de 2014 até agora, e a cada dia o atendimento à população é reduzido.

Querem destruir a qualidade do HU para justificar sua privatização, abrindo a porta para planos de saúde e organizações sociais, aumentando a fila de quem depende do SUS.

 

Com nossa luta, estamos conseguindo impedir que tirem o HU da USP, o que garantiu sua qualidade todos esses anos como hospital escola, mas é necessário lutar para que se contrate mais trabalhadores por concurso e que se destinem mais verbas e recursos para reabrir os leitos e retomar a plena capacidade do Hospital.

A Prefeitura e o Governo Estadual não fazem sua parte, como fica claro pela falta de hospitais e postos de saúde na região, o que torna a destruição do HU um crime ainda mais grave contra a população da região, que fica entre a cruz e a espada, sem atendimento e tendo que fazer milagre para pagar um plano de saúde.

Apenas nos unindo podemos defender o hospital. Para isso, chamamos toda a população da região e trabalhadores da área da saúde a construir uma campanha forte em defesa do HU.

Chamamos a todos e todas para a participação em reunião ampla e aberta no Circo Escola da São Remo, na próxima terça-feira dia 28/07/2015, às 18h.

 


 

CLIQUE nas imagens ao lado e leia os dois "Cadernos de Contribuições Globais e Temáticas", a Programação e o Regimento do 6º Congresso. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 



Na quarta-feira, 20, o “Trancaço” dos portões da USP começou às 4h30 da manhã. Trabalhadores e estudantes da USP protestavam contra o corte de salários dos grevistas, a ausência de negociação por parte da reitoria, a desvinculação dos Hospitais (HU e HRAC/ Bauru), o corte de 35% da verba para as unidades, o plano de demissão "voluntária" de mais de 3 mil funcionários, a redução da carga horária com redução dos salários.

Por volta de 5h15, a Força Tática com mais de 30 viaturas e cerca de 30 Rocans (motos da PM) chegou jogando bombas e atirando balas de borracha que acabaram ferindo cinco funcionários e uma estudante da USP. Tudo isso a mando do reitor da USP, Marco Antonio Zago, conforme confirmação do próprio Comando da PM.

O confronto no portão principal (1) aconteceu após centenas de manifestantes se dirigirem à Av. Alvarenga quando passaram a ser perseguidos e atacados com mais bombas. A agressão continuou até a estação Butantã do metrô, onde a população também foi atingida sem sequer saber o que ocorria.

Todos estes fatos foram amplamente acompanhados pela imprensa, o que propiciou uma grande cobertura, inclusive internacional. Após o confronto, uma grande Assembleia foi instalada em frente à reitoria e votou por unanimidade a continuidade da greve. Durante a tarde, a imprensa foi convocada para uma coletiva no Sindicato, a qual foi bastante concorrida, quando Sintusp e DCE relataram o episódio da manhã, explanaram sobre o projeto de sucateamento proposto pelo reitor Zago e elucidaram nossa pauta de reivindicações unificadas.

Todos os companheiros que participaram do “Trancaço”, assim como todos que se mantêm em greve após terem seus salários cortados, estão de parabéns. A greve continua, não tem arrego!


Fotos: Vladimir Soares

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