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O Sindicato dos Trabalhadore da USP preparou cuidadosamente uma cartilha que responde as dúvidas dos funcionários da USP com relação ao Acordo Coletivo, de forma a assegurar que o acordo seja cumprido sem qualquer deformidade no que realmente foi acordado. Também estaremos acompanhando de perto cada caso que vá de encontro ao queefetivamente foi acordado.

Caso haja qualquer descrepância ou qualquer dúvida o funcionário pode e deve procurar o Sintusp que é o seu único instrumento de defesa.

CLIQUE AQUI e veja a cartilha em PDF. Caso você seja sócio do Sintusp receberá sua cartilha em mãos ou proderá buscá-la impressa na sede do Sintusp (capital e interior)

Leia também o ACORDO COLETIVO DE TRABALHO aqui. 

MARCHA À BRASÍLIA DIA 24 DE MAIO DE 2017

As centrais sindicais reunidas hoje [8/5] à tarde, aprovaram uma grande Marcha à Brasília dia 24 de maio, contra as reformas do Temer (previdência,trabalhista e contra o projeto de terceirização).

Decidiram convocar todos os movimentos populares como  MST, MTST, Movimento Estudantil, CNBB, todos os Sindicatos de suas bases, etc, para juntos fazermos a convocação da Marcha.

A partir de agora todas as categorias devem convocar assembleias de trabalhadores e os Comitês regionais, criados para a preparação do dia 28 de abril, devem ser reativados, para discutir a Marcha à Brasília do dia 24 e o próximo passo: a convocação de uma Greve Geral maior que a do último dia 28.

Aqui, na USP, convocamos reuniões em todas as unidades da Universidade e vamos marcar uma Assembleia para discutir nossa participação, a Assembleia que discutirá nossa participação e encaminhará detalhes sobre a Marcha ocorrerá dia17 abril, às 12h30, na História.

Dia 24 de maio: Marcha à Brasília com um ato na capital do país será no dia. Este será o dia do #OCUPEBRASÍLIA!

Acompanhe o texto original do Acordo Coletivo de Trabalho que foi assinado pelo Sindicato dos Trabalhadores da USP

CLIQUE AQUI e leia o PDF do acordo.

Leia também  aqui CARTILHA RESPONDENDO DÚVIDAS da categoria

CO vai votar limites de gastos com pessoal, acima dos quais os salários, benefícios e contratações permanecem automaticamente congelados e reitoria pode demitir inclusive servidor estável!

 

A reitoria colocou na pauta da reunião desse dia 21/2 uma proposta de "Parâmetros de sustentabilidade da Universidade de São Paulo" que determina que se os gastos da USP com pessoal estiverem acima de 80% não pode haver nenhum reajuste de salários ou benefícios e nenhuma contratação, entre outras restrições, e que se estiverem acima de 85% a diferença deve ser eliminada em até um ano, através dos mecanismos do artigo 169 da Constituição Federal, que determina a exoneração dos servidores não estáveis e, se não for suficiente, prevê a possibilidade de demissão de servidores estáveis! Se isso for aprovado, essas medidas, e outras, entrarão em vigor em 2022. Até lá, valeriam a partir de já outras restrições, entre elas que nenhum reajuste pode passar de 90% do crescimento do repasse do Tesouro do Estado pra USP, e esse crescimento tem sido baixíssimo, e que a reposição de funcionários não pode passar de 40% daqueles que saiam, e sem contar aí os PDVs!

São medidas brutais para descarregar a crise da reitoria sobre os trabalhadores! Não podemos aceitar! 

Clique aqui PARÂMETROS DE SUSTENTABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA USP e leia o documento

A nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da USP foi escolhida em eleição realizada entre os dias 23 e 24 de novembro de 2016, em todos os campi da USP. A foto aqui reproduzida foi retirada logo após apuração, não registra todos os novos diretores e há apoiadores na imagem.

Veja todos os eleitos e suas respectivas unidades, a ordem abaixo descrita corresponde à ordem definida na inscrição da chapa:

Magno de Carvalho Costa - ECA
Claudionor Brandão -  PUSP - C (demitido político)
Neli Maria Paschoarelli Wada - HRAC
Solange Conceição Lopes - SAS
Rosane Meire Vieira Santos - HU
Alexandre Pariol Filho - FD
Marcello Ferreira dos Santos - SAS
Givanildo Oliveira dos Santos - HU (demitido político)
Anibal Ribeiro Cavali - FD
Giovanna Mara Mendonça Usai - FFLCH
Alessandra Pontual da Silva - IQ
Patricia Sayuri Tanabe Galvão - FFLCH
Adriano Brant Favarin - FO
Reinaldo Santos Souza - FE
Jaime Araújo Gonçalves - IP
Claudia Carrer Pereira - HRAC
Antonio Luis Madeiro - EP
Ony Rodrigues de Campos - ESALQ
Vitor José do Amaral Alves - EEL
Daniel Cândido dos Santos -  PUSP - SC
Sandra Regina de Oliveira Pedroso - HU
Zelma Fernandes Marinho - Demitida - ICB
Barbara Della Torre - HU
Allan Eleutério de Mello - PUSP - LQ
Diego Jesus Talarico Ferreira - ICMC
João Carlos Borghi Nascimento Bruder - FFLCH
Felipe Tomasi Cavalheri - DSO/SESMT
Antonio de Pádua Lima Souza - Cepeusp
Elaine do Amaral Godoi - Cepeusp
Luis Ribeiro de Paula Junior - PUSP - RP
André Luis Orlandin - PUSP – RP
Adigio Antonio de Oliveira PUSP – RP
Waldegiso Galvão de Albuquerque  - FE
Aurélio Siqueira da Silva - STI
Alexsandro de Souza Lira - IQ
Vitor José Belchior - FCF

 

Perda de direitos, suspensão de concursos, congelamento salarial,

aumento da alíquota previdenciária...

Saiba porque o PLP 257/2016 atinge em cheio os servidores públicos.

E porque a nossa reação é fundamental.

O Jornal do Fórum das Seis, de abril/2016, explana sobre todos os detalhes detse nefasto projeto que tramita na Câmara dos Deputados. Leia, se informe e lute conosco contra mais este ataque ao funcionalismo público.

Clique aqui e leia o jornal do Fórum das Seis

A paralisação do dia 31 de março foi a abertura da Campanha Salarial Unificada 2016, de Funcionários, professores e estudantes da USP, Unesp e Unicamp.

A pauta unificada foi protocolada na reitoria e contou com um grande ato público de funcionários e estudantes da USP. A participação de tantos manifestantes deve ter incomodado muito o reitor Zago, que para cercear a manifestação implantou bloqueios em todas as vias de acesso à reitoria com, caminhões pipas, ônibus e viaturas, tudo em vão.

A indignação dos funcionários e estudantes da USP era expressa em cada fala. Contamos também a participação massiva dos estudantes e professores da Escola de Aplicação, que sofrem com a falta professores, assim como  materiais primários.

O tempo todo a frase "Não tem arrego" era mencionada, indicando que não aceitaremos o desmonte da universidade, o arrocho salarial, a ausência de uma política efetiva de permanência estudantil (nos últimos tempos Zago tem cortado auxílios imprescindíveis para os estudantes)e a destruição da carreira docente com o fim do RDIDP.

Agora, todas as unidades estão realizando suas reuniões para discutir o indicativo de greve por tempo indeterminado, em assembleia no dia 5 de maio, quando faremos nova paralisação.

A irritação do reitor foi expressa  através de atitudes antissindicais, o Sintusp não pode mais afixar faixas pelo campus, diretores do Sindicato receberam mais 3 processos judiciais e, por último o ofício notificando que devemos abandonar nossa sede (espaço que ocupamos há 50 anos) em 30 dias, com ameaça de medidas judiciais, leia-se reintegração com violência policial.

Resistiremos! Não sairemos da nossa sede!

Lei Complementar Nº 152, de 3 de dezembro de 2015

Dispõe sobre a aposentadoria compulsória por idade, com proventos proporcionais, nos termos do inciso II do § 1º do art. 40  da Constituição Federal.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço sabe que o Congresso Nacional decreta e eu promulgo, nos termos do parágrafo 5º do art. 66 da Constituição, a seguinte Lei Complementar:

Art. 1º Esta Lei Complementar dispõe sobre aposentadoria compulsória por idade, com proventos proporcionais no âmbito da da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos agentes públicos aos quais se aplica o inciso II do § 1º do art. 40 da Constituição Federal.

Art. 2º Serão aposentados compulsoriamente, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, aos 75 (setenta e cinco) anos de idade: (...)

Art. 4º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 3 de dezembro de 2015

Dilma Rousseff

Esta Lei Complementar modificou a idade da aposentadoria compulsória dos funcionários públicos do país, prevista na Constituição Federal.

JUSTIFICATIVAS

Conforme dados do Ministério Público do Planejamento, 10,3% da força de trabalho da Administração Federal é composta por servidores com mais de 60 anos de idade. Com o aumento da expectativa de vida da população brasileira, essas pessoas costumam gozar de plenitude de sua capacidade laborativa.

Para o agente público é benéfico porque se concebe mais tempo para que ele consiga obter melhores proventos  durante sua inatividade. De acordo com o boletim estatístico de Pessoal e Informações Organizacionais (BEP) do Ministério do Planejamento, a maioria esmagadora das aposentadorias compulsórias se dá com proventos proporcionais.

 

 

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