Contra o imperialismo e para arrancar os direitos da nossa classe, com a taxação das grandes fortunas, o fim da jornada 6×1 e pela revogação das reformas e do arcabouço fiscal é preciso que as grandes centrais sindicais construam uma mobilização independente do governo, do Judiciário e a partir dos locais de trabalho para que a classe trabalhadora possa arrancar as suas demanda
A ofensiva imperialista dos EUA, com Trump à frente, representa uma ameaça direta à soberania dos povos latino-americanos e aos direitos da classe trabalhadora. Essa ingerência atende aos interesses dos grandes capitalistas globais, enquanto aqui seguimos enfrentando ataques aos nossos direitos e condições de vida.
Por que é urgente combater o imperialismo?
- Defesa da soberania nacional: O imperialismo pressiona o Brasil para garantir lucros aos grandes monopólios e impor políticas que aprofundam a exploração dos trabalhadores.
- Ameaça aos direitos sociais: Tarifas, sanções e ingerências externas servem para favorecer elites locais aliadas ao capital estrangeiro, atacando conquistas históricas da nossa classe.
Como nossa categoria, junto a classe trabalhadora pode responder?
Só a mobilização independente, organizada a partir dos locais de trabalho e sem subordinação ao governo, ao Judiciário ou a qualquer setor patronal, pode garantir conquistas reais para a nossa classe. As grandes centrais sindicais precisam romper com a passividade e construir um plano nacional de lutas, com assembleias de base e unidade na ação.
Nossa luta precisa impor:
- Taxação das grandes fortunas: Os super ricos devem pagar pela crise! É preciso exigir uma taxação progressiva das grandes fortunas e patrimônios, revertendo recursos para saúde, educação e serviços públicos.
- Fim da jornada 6×1: Lutar pelo fim da escala 6×1, pela redução da jornada sem redução de salários, combatendo a precarização e garantindo condições dignas para todos os trabalhadores.
- Revogação das reformas trabalhistas e da previdência e do arcabouço fiscal: Exigir a revogação imediata das reformas trabalhista e previdenciária, bem como do arcabouço fiscal, que cortam da saúde e da educação em nome do pagamento da dívida pública que enche o bolso dos banqueiros..
Construir a Luta
As grandes centrais sindicais têm o poder de colocar a classe trabalhadora em movimento. Para isso, precisam construir uma mobilização independente do governo, do Judiciário e dos patrões que organize cada fábrica, cada escola, cada local de trabalho, unificando todas as categoria em torno de um programa de luta que enfrente o imperialismo, a exploração dos super ricos e as políticas de ajuste fiscal.
