O seminário sobre teletrabalho e trabalho híbrido realizado no ano passado já havia definido que a assembleia para aprovar se vamos ou não reivindicar o trabalho híbrido, bem como a proposta a ser levada à reitoria, assim como suas diretrizes, deveria ocorrer em março. Por conta da greve, tivemos que remarcar esse debate, e por isso indicamos a assembleia para o dia 23/06.
A proposta construída no Seminário de 2025 partiu de alguns princípios centrais: o trabalho híbrido deve ser por jornada e não por metas, que seja opcional aderir, sem decisão arbitrária das chefias; não pode haver fechamento de postos de trabalho nem ampliação da terceirização por causa do trabalho híbrido; a USP deve arcar com os custos de eletricidade, internet, mobiliário e equipamentos; e deve haver alguma forma de compensação para quem não puder aderir por conta da natureza da função.
O seminário também aprovou o levantamento de experiências de outras categorias, a construção de um projeto piloto pactuado entre os trabalhadores e a criação de um Grupo de Trabalho para elaborar a proposta.
A assembleia do dia 23/06 deve retomar essas resoluções e transformar em proposta concreta da categoria para ser levada à reitoria.
