Hoje, a FEUSP amanheceu com a Biblioteca alagada, partes do teto desabados e o acervo bastante comprometido. É uma expressão dramática da precarização da universidade, que não contrata trabalhadoras para o setor de manutenção e para a realização e acompanhamento de projetos de reforma e construção. Essa precarização afeta agora diretamente uma Biblioteca que é um centro de registro, pesquisa e memória da universidade, depredando um patrimônio público de valor imensurável e, muitas vezes, irrecuperável.
As(os) trabalhadoras(es) da Faculdade de Educação se auto-organizaram para tentar salvar parte do acervo, em um trabalho enorme para intercalar papel toalha entre as páginas dos livros, para retirar a umidade e impedir a proliferação de fungos. Enquanto a Universidade tem bilhões, a Biblioteca da FEUSP, símbolo da formação de professores, está devastada.
É preciso denunciar essa situação e fortalecer a luta em unidade.
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