Depois da escarniada proposta de gratificação EXCLUSIVAMENTE para alguns docentes, o Reitor da USP nos surpreende com mais um absurdo. Confirmou no cargo a “Prefeita Servidora” no Campus de Ribeirão Preto. Esse é o termo que vem sendo usado pela nossa categoria para definir a professora que foi aposentada compulsoriamente pela idade, mas que voltou, por uma “porta secreta”, como “servidora” e com salário adicional de mais de 23 mil reais (fora sua aposentadoria como docente autárquica, superior a 30 mil). Veja no boletim12_26 do SINTUSP.

Agora a categoria quer saber: essa senhora, que não é nada querida pelos seus comandados, vai bater ponto? Vai pagar horas como todo servidor? Ou terá ainda mais este privilégio de não registrar o ponto? Afinal, é docente (que não bate ponto) ou é servidora?

QUEREMOS EXPLICAÇÕES E VAMOS À JUSTIÇA!!!

Até agora, a Reitoria não explicou o segredo da mágica jurídica que foi feita para manter a “amada” “Prefeita Servidora” no cargo. Para uma administração que se diz tão zelosa com os recursos e tão preocupada com os gastos, esse adicionalzinho que ela receberá é mais uma afronta à propalada “política de sustentabilidade fiscal”.

Advogados do SINTUSP já elaboraram um documento que será enviado ao Ministério Público do Trabalho, questionando toda essa história que, além de parecer ilegal, é extremamente imoral.

E também queremos saber:

  • Então, agora pode continuar como “servidor” depois dos 75 anos?
  • E mais, “servidores” também podem ocupar o cargo de prefeito de campus?