• CARTA DE SOLANGE CONCEIÇÃO LOPES

Eu Solange Conceição Lopes, funcionária da antiga SAS e agora PRIP, venho apresentar as propostas em defesa de todos trabalhadores da USP.

Há mais de trinta anos atuo em defesa da USP enquanto Universidade Publica, gratuita e inclusiva, bem como das pautas que há décadas mobilizam a atenção da comunidade USP, a saber:

Na proteção de nossos postos de trabalho

Por salários dignos e condições adequadas de trabalho, assim como mobilidade na carreira e oportunidades iguais para todos, sem quebra de isonomias.

Em defesa da Escola de Aplicação, da Escola de Arte Dramática, das creches e demais equipamentos públicos que há décadas a USP mantêm.

Pela equiparação salarial dos companheiros terceirizados que sobrevivem com baixos salários e condições de trabalho precárias.

Em defesa do não adoecimento mental dos trabalhadores que, nos últimos anos, desenvolveram doenças ocupacionais e não são devidamente assistidos em suas unidades.

Em defesa de ações efetivas contra a prática de assédio moral e os constantes constrangimentos sofrido pelos trabalhadores em seu ambiente de trabalho, que terminam caracterizando – se como práticas de assédio moral.

Em primeiro lugar, defendemos uma carreira que seja amplamente discutida com a categoria, e que possua critérios objetivos de avaliação, sem limitação orçamentária prévia, de modo que todos os que atinjam os critérios previamente definidos possam progredir, sem competição entre os colegas. Nesse sentido, seguimos denunciando o mecanismo de avaliação criado pela gestão Carlotti, pois além da subjetividade dos critérios, entendemos que uma avaliação que não esteja à progressão poderá ser usada para eventual punição dos trabalhadores.

Vamos defender a implementação do Adicional de Incentivo à Qualificação e Reconhecido Saber, que apresentamos no ano passado na Copert e não houve resposta da então reitoral. O atual reitor prometeu implementar isso durante a campanha, e exigiremos que ocorram discussões sobre o projeto final a ser implementado.

Também defendemos uma política de mobilidade para as (os) funcionárias (os), com a facilitação de transferência, seja com reedição de políticas como o Renova e o Banco de Oportunidades, ou com novas políticas nessa direção.

E vamos defender ainda a abertura de discussão sobre o Trabalho Híbrido, viando sua implementação e regulamentação a partir dos parâmetros que a categoria vier a definir em nossas assembleias.

  • CARTA DE ROSA MARIA CERDEIRA BARROS

Eu, ROSA MARIA CERDEIRA BARROS, sou servidora técnico administrativa da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP (FCF-USP) e coloco minha candidatura para integrar a Comissão Central de Recursos Humanos (CCRH).

Ao longo da minha trajetória na Universidade, tive a oportunidade de atuar por diversas vezes como representante dos funcionários junto à Congregação da FCF, experiência que reforçou minha convicção sobre a importância da participação ativa dos servidores técnico administrativos nos espaços de decisão da Universidade.

Atualmente atuo como CDBista, acompanhando de perto os desafios cotidianos enfrentados pelos trabalhadores que sustentam as atividades de ensino, pesquisa e extensão da USP. Essa vivência fortalece meu compromisso com a valorização dos servidores e com o fortalecimento do diálogo institucional sobre as condições de trabalho e o desenvolvimento profissional na Universidade.

Entre os temas que considero centrais está a discussão sobre a implantação e o aprimoramento de uma carreira para os funcionários técnico-administrativos que seja justa, contínua e transparente, buscando mecanismos que permitam uma progressão mais estruturada e, sempre que possível, automática, baseada em critérios claros, objetivos e amplamente debatidos pela comunidade de servidores.

Minha candidatura à CCRH nasce da convicção de que é fundamental fortalecer a presença e a voz dos funcionários técnico-administrativos nas discussões sobre a política de recursos humanos da Universidade, contribuindo para uma USP mais democrática, participativa e comprometida com a valorização de todos os seus trabalhadores.

Peço o apoio dos colegas e a divulgação desta candidatura entre os servidores, para que possamos ampliar nossa representação e fortalecer o debate sobre a carreira técnico administrativa na USP.

  • CARTA DE MARIA JULIETA DA CONCEIÇÃO


Representatividade se faz com presença e luta!
Sou Maria Julieta da Conceição — Ju Conceição, como todos me conhecem. Servidora desde 2009, atualmente na biblioteca do Instituto de Química de São Carlos. Sou afiliada ao SINTUSP e membro do CDB, porque chuva cai do céu — direitos, não! Direito se conquista com mobilização, união e enfrentamento.
Cada avanço da nossa categoria foi resultado de luta e negociação firme do nosso sindicato. Nada nos foi dado — tudo foi conquistado.
Estou me candidatando à vaga de representante dos Servidores Técnicos e Administrativos na Comissão Central de Recursos Humanos porque acredito que precisamos de uma representação ativa, combativa e comprometida com os interesses reais da base. Não basta ocupar cadeira: é preciso ter posição.
Conheço de perto nossos desafios — sobrecarga, necessidade de valorização da carreira, reconhecimento da qualificação e condições dignas de trabalho. Precisamos de uma voz firme que não se cale diante das demandas da categoria.
Minha campanha se sustenta em três compromissos centrais:

  • Valorização concreta da carreira;
  • Implementação efetiva do adicional de incentivo à qualificação;
  • Regulamentação justa e transparente do trabalho híbrido.
    Representar é defender! Representar é cobrar! Representar é lutar!
    Conto com seu voto para fortalecer nossa voz e ampliar nossas conquistas.