
Recebemos na nossa assembleia a saudação dos professores municipais em luta do Levante da Educação e do Movimento Nossa Classe.
Também saudaram a assembleia o Deputado Estadual Carlos Giannazi (PSOL) e a Vereadora Luana Alves (PSOL), além dos estudantes que têm apoiado nossa luta.
A Assembleia de hoje também definiu os eixos da nossa greve a serem incorporados na nossa pauta:
- ISONOMIA JÁ!
Pelo fixo de R$ 1.600,00 incorporados ao salário e pela não compensação das horas referentes às pontes de feriados e recesso de final de ano;
- EM DEFESA DAS PAUTAS ESTUDANTIS!
Contra a minuta da reitoria que ataca os espaços estudantis, por permanência estudantil para toda demanda bolsas de pelo menos UM salário mínimo paulista, por contratações de professores e todas as demandas votas pelos estudantes nos seus fóruns legítimos;
- EM DEFESA DAS TRABALHADORAS TERCEIRIZADAS! Pelo direito ao BUSP como parte de denunciar a terceirização e lutar por iguais direitos e salários para as trabalhadoras e pelo fim da escala 6×1 para todas as trabalhadoras terceirizadas;
- Pelas pautas da CAMPANHA SALARIAL UNIFICADA
Recomposição do poder de compra de 2012 para cá, acumulados em mais de 14% e toda a pauta unificada dos três setores das Estaduais Paulistas USP, UNESP, Unicamp e Centro Paula Souza;
- POR CONTRATAÇÕES JÁ!
Para HU, Escola de Aplicação, Creches e toda a USP para combater a sobrecarga e o adoecimento físico e mental;
- PELO FIM DOS PARÂMETROS DE SUSTENTABILIDADE ECONÔMICO- FINANCEIRA DA USP, aprovado sob bombas contra funcionários, docentes e estudantes em 2017 e que é responsável pelo arrocho salarial, congelamento de contratações, cortes na permanência estudantil, entre outros ataques.
A Assembleia reafirmou nossas bandeiras pelo pagamento do retroativo do Descongela, em defesa das demandas das creches e escola de aplicação, pelo Adicional de Incentivo à Qualificação, Formação e Reconhecimento de saberes, conforme aprovado pela assembleia de trabalhadores, fórum legítimo dos funcionários, em 2025.
Reafirmamos: Nossas pautas são as votadas e aprovadas pela assembleia dos trabalhadores e os únicos mandatários para negociá-las são aqueles que compõem o comando de greve dos trabalhadores!
