Na assembleia, também aprovamos um ordenamento geral dos eixos da nossa mobilização. A primeira questão importante é a defesa da Isonomia, o que significa que não aceitaremos tratamento diferenciado em relação aos docentes. Dentro disso, consideramos importante também destacar outras desigualdades, como as condições de trabalho, o pagamento das horas do recesso, ou ainda em relação também aos terceirizados, que sequer ao BUSP tem direito.

Outro ponto fundamental é o foco na campanha salarial. Dentro disso destacamos a nossa proposta de um reajuste fixo de R$1.200,00, bem como a reposição das nossas perdas desde maio de 2012.

Aprovamos ainda como pauta fundamental a defesa do fim dos famigerados Parâmetros de Sustentabilidade, que é o mecanismo de ajuste fiscal que a USP implementa, o que implica, na prática, em ataques às nossas condições de trabalho e de salário.