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No dia 16/03/2026, a empresa BAYER de São José dos Campos, São Paulo, Brasil (antiga Monsanto) demitiu o trabalhador e dirigente sindical Cristian Denis da Cunha, por defender os direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores. Essa perseguição política é um ataque brutal contra o companheiro, contra os trabalhadores da fábrica e contra o Sindicato. Um ataque ao direito de organização sindical de toda a classe trabalhadora.

Esta demissão é ilegal por vários motivos: descumpre a Constituição Federal, fere o direito de estabilidade no emprego para quem tem mandato sindical, configura prática antissindical porque ataca direitos básicos, tais como proibir ou coibir atividades em defesa dos empregados da empresa. O Sindicato não foi comunicado, antes da implantação de medida disciplinar, como manda a lei e a Convenção Coletiva.  A empresa retirou o crachá de Cristian e o conduziu até à rua, proibindo-o de se comunicar com os colegas da fábrica. Repudiamos essa agressão inconcebível.

A Bayer tem um histórico de assédio moral, de perseguição a ativistas e de ataque às greves. E, no Brasil, paga benefícios de modo diferenciado:  menores em uma Unidade da Bayer do que em outras.

  • BAYER: BASTA DE COAÇÃO E ASSÉDIO MORAL!
  • PAGAMENTO DE TODOS OS DIRETOS JÁ!
  • REINTEGRAÇÃO IMEDIATA DO DIRETOR SINDICAL CRISTIAN DENIS DA CUNHA!

São Paulo, 24 de março de 2026

Sintusp – Sindicato dos Trabalhadores da USP