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Saúde

SEMINÁRIO SOBRE SAÚDE

Dias 6 e 7 de novembro, a partir das 8h30, em local a confirmar (dentro da Universidade de São Paulo).

PROGRAMAÇÃO:

Dia 6 de novembro:

• A Saúde no Brasil;

• Hospitais Universitários;

• Discussões e propostas de como enfrentar a crise nos HU's.

Dia 7 de novembro:

• A saúde na USP;

• A saúde do trabalhador;

• Condições de Trabalho.

Inscrições abertas

O funcionário da USP poderá elaborar a sua pergunta e encaminá-la através de e-mail (sintusp@sintusp.org.br) com os seguintes temas: Saúde do Trabalhador; condições de trabalho; problemas com o INSS e aposentadoria.

Todas as perguntas serão respondidas no Seminário sobre Saúde. PARTICIPE!

Reunião de negociação de 26/06/08 entre a reitoria e o Sintusp

A reunião entre os 3 representantes do Sindicato e os representantes da reitoria durou 2 horas e 40 minutos.

O Chefe de Gabinete declarou que o SISUSP (Sistema Integrado de Saúde da USP) foi extinto e agora foi criado o Departamento de Saúde da USP, cujo coordenador é o Prof. Ramires.

Explicaram que "não se trata de uma simples mudança de nome, que o SISUSP era um apêndice do DRH e agora passa a ter o status de Departamento pela importância que a reitoria está dando à questão da saúde".

Quanto aos vários itens da pauta de reivindicações específicas, o Dr. Ramires, o Chefe de Gabinete (Prof. Amadio) e o Prof. Adilson Carvalho, com praticamente todas as questões levantadas sobre o que consideramos péssimas condições da questão da saúde, apresentaram todo um projeto visando mudar toda situação.

Os representantes do Sintusp propuseram então, que a reitoria apresentasse um documento, com a máxima urgência, com todo este projeto e as mudanças apresentadas, para que o Sindicato divulgue à categoria.

A reitoria aceitou e o Prof. Ramires assumiu que o fará o imediatamente.

A questão da saúde tem a ver com a nossa vida, por isso é uma luta prioritária.

Obs: a continuidade desta negociação deverá ser marcada nos próximos dias, juntamente com a entrega do referido documento.

 

30 HORAS NA SAÚDE
Acorda Enfermagem do HU !!!

Dia 25 deste mês haverá concentração em Brasília pela aprovação do Projeto de Lei 2295/2000, que regulamenta a jornada de trabalho para 30 horas semanais para todos os profissionais da Enfermagem. Atualmente, muitos trabalhadores da enfermagem ainda são vítimas do cruel regime de trabalho de 40 horas semanais, ou até de 44 horas, jornada reconhecidamente desumana para trabalhadores que desempenham uma função desgastante física e psicologicamente e de altíssima responsabilidade.

Segundo Convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a jornada de trabalho dos profissionais de Saúde (não só da Enfermagem, mas da Saúde) não deve ultrapassar às 30 horas semanais, para que se possa manter, minimamente, um padrão de qualidade, tanto para o trabalhador, quanto para o atendimento à população.

Não é novidade para ninguém que os trabalhadores da Enfermagem do Estado e da Prefeitura de São Paulo já faz 30 horas há muito tempo. No Estado, as 30 horas semanais estendem-se também aos trabalhadores de outras categorias, mediante acordo sindical fechado com o governador Mário Covas em 1997, por força da luta dos trabalhadores da saúde Estadual.

Enquanto isso, na USP...
Os profissionais de Enfermagem ainda fazem 36 horas no HU e até 40 horas em outras unidades de saúde. Para cumprir a carga horária, ainda têm que fazer plantões de 12h em fins de semana e feriados, plantões estes a um valor irrisório e que mal cobre os gastos com alimentação e transporte dos trabalhadores até a unidade. Aos domingos e feriados não há ônibus de linhas municipais dentro da universidade e a dificuldade para se chegar ao trabalho é imensa.
É preciso lembrar que a jornada de 36 horas no HU foi conquistada com muita luta dos trabalhadores através do sindicato, e agora não desistiremos de lutar pelas 30 horas. Para isso, convocamos todos os trabalhadores da Saúde para juntos lutarmos pelo que é um direito humano, o direito a um trabalho um pouco mais digno.

Saúde do trabalhador:
É preciso um programa de saúde para os trabalhadores da Universidade de São Paulo. A USP não investe em prevenção de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho oriundos de funções perigosas, insalubres, etc. Os trabalhadores também são atingidos por doenças mentais muitas vezes ocorridas por assédio moral, acúmulo de serviço e más condições de trabalho.

Muitos trabalhadores do HU estão sofrendo desses males e os doentes ocupacionais estão tendo dificuldade para readaptação. Às vezes, algumas chefias e a superintendência do hospital, não reconhecem que o trabalhador (a) não tem mais condições de fazer aquela mesma atividade laboral que fazia antes e acabam deixando-o na mesma função agravando ainda mais sua doença. O sofrimento leva esses trabalhadores a entrarem em quadro depressivo.

Contra tudo isso, os trabalhadores do HU devem unir-se aos outros trabalhadores da Universidade e, juntamente com o sindicato, lutar pela implantação de um projeto de saúde de qualidade, desde a prevenção, tratamento, recuperação e cura.

 

Terceirização

A terceirização está aumentando cada vez mais na USP. Todos já sabem que as empresas picaretas lucram à custa da verba pública paga pela população, submetendo os trabalhadores contratados ao subemprego com más condições de trabalho e baixos salários. Com todos os problemas decorrentes da terceirização, a qualidade no serviço público cai e só quem ganha são os donos das empresas contratadas.

Aqui no HU, a situação está gritante “pois” aos poucos o Superintendente do Hospital Universitário está terceirizando-o. Como se não bastasse, a lavagem de roupas hoje feita em lavanderia privada, com péssima qualidade e desperdício de verba pública, o Superintendente do Hospital ainda terceirizou o serviço de vigilância interna do HU.

Não estamos contra os trabalhadores contratados, porém, contra a terceirização, principalmente dentro de um Hospital público. Os trabalhadores de vigilância do hospital já tiveram treinamento para lidar com as mais variadas especificidades do hospital e experiência por tempo de serviço e não podemos deixar que fiquem sem exercer suas atividades para qual são competentes dentro do HU. Tem mais, está terceirizando também o serviço de transporte (ambulâncias). Os funcionários do HU não podem deixar a terceirização aumentar, pois o seu emprego está em jogo, bem como a qualidade no HU Público.

No dia 28/05/2008 foi realizada uma reunião com a assessoria da superintendência do HU para discutir estas questões e varias reivindicações dos funcionários do Hospital.

 

 

 

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Atenção funcionários do HU! Chamado urgente!

ASSÉDIO MORAL: Lei Estadual nº 12.250, de 09-02-2006, veda o assédio moral no âmbito da administração pública estadual direta, indireta e fundações públicas.


 

 

 

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