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| 02/02/2012 |
| REUNIÃO DO COMANDO UNIFICADO |
| 07/02/2012 (3ª feira), às 17h, no Sintusp |
Desde o início de sua gestão o reitor Rodas, apesar de todo o discurso de diálogo, vem apostando no confronto, perseguindo e monitorando politicamente os estudantes e trabalhadores com métodos de espionagem, processos administrativos e criminais, como pré-requisito para poder implementar seu projeto de universidade. Rodas iniciou o ano passado com 270 demissões, depois militarizou a USP prendendo 73 estudantes e trabalhadores na desocupação violenta da reitoria, eliminou 6 estudantes que lutavam por moradia e assistência estudantil e, recentemente, poucos dias após o inicio de 2012, reprimiu os estudantes que estavam no espaço estudantil do DCE, inclusive com um PM sacando a arma para o único estudante negro que estava no local.
Não por coincidência, poucos dias depois do afastamento dos policiais envolvidos na arbitrária intervenção do espaço estudantil, o Sintusp foi alvo de um criminoso atentado político, que colocou em risco a vida de funcionários,
diretores e estudantes, em uma atitude que lembra os atentados contra militantes feitos pelos carrascos da ditadura militar. Para a próxima semana, a Reitoria ameaça cumprir a reintegração de posse da Moradia Retomada no Crusp, com o mesmo método utilizado por seu chefe Alckmin no Pinheirinho, usando como exemplo a também violenta ação contra os 73 presos políticos no ano passado.
Em pleno ano eleitoral, Kassab (PSD) e Alckmin (PSDB), vêm levando a frente uma verdadeira ofensiva reacionária e repressiva contra os moradores da Cracolândia no centro da cidade, sob o pretexto de combater o tráfico de drogas. Na ocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos-SP, a PM, a mando do prefeito Eduardo Cury (PSDB) e do governador, deixou 1.800 famílias na rua para proteger os lucros de especuladores corruptos como Naji Nahas, antigo proprietário do terreno, com uma verdadeira ação de guerra contra os moradores da região, contabilizando dezenas de feridos e a suspeita de mortos, que ainda estão desaparecidos.
Precisamos unificar nossas forças com estudantes que fizeram uma importante greve pela retirada da PM da USP, para desde já lançar uma ampla campanha contra todas as medidas repressivas É fundamental que nesta calourada o movimento comece o ano com força total e possa ser um passo para colocarmos de pé uma grande campanha reunindo todos os nossos aliados, entidades, intelectuais, centros acadêmicos e sindicatos contra a repressão aos lutadores e as bárbaras ações da PM dentro e fora da USP.
TODOS AO GRANDE ATO UNITÁRIO DE SOLIDARIEDADE AO PINHEIRINHO, NESTA QUINTA, 2/FEV, ÀS 9 HORAS, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
A CSP/Conlutas estará disponibilizando ônibus que partirão da Rua Tabatinguera, às 7 horas.
COMUNICADO URGENTE DO DEPARTAMENTO JURÍDICO
Os funcionários da Universidade de São Paulo, abaixo relacionados, devem comparecer no Departamento Jurídico do Sintusp, urgentemente.
• ANTONIO SOUZA DE SANTANA
• CLARA MARIA NÓBREGA FERNANDES
• FRED MANOEL ALVES
REUNIÃO DO DEPARTAMENTO DE CARREIRA
DATA: 15 DE FEVEREIRO DE 2012, ÀS 9 H, NO SINTUSP
RODAS AMEAÇA NOVO CONFRONTO NA USP
MORADIA RETOMADA DOS ESTUDANTES TEM REINTEGRAÇÃO COM FORÇA POLICIAL REQUISITADA PELO REITOR COM PRAZO ATÉ 6/02
O Reitor Rodas segue dando sequência à escalada de confrontos que se intensificaram na USP a partir do Convenio USP/PM, com abordagens truculentas a estudantes e trabalhadores, e que culminou com a detenção de três estudantes na FFLCH, desencadeando uma das maiores ondas de protesto na Universidade e ruas de São Paulo.
Em janeiro, Rodas colocou a Guarda universitária junto com a PM para expulsar e espancar estudantes; em especial o aluno negro Nicolas, a dois passos do DCE da USP.
Agentes (arapongas) foram infiltrados no movimento sindical e estudantil, conforme denunciou a revista FÓRUM.
Recentemente, o Sintusp sofreu um atentado, com a entrada durante a noite de pessoas ainda não identificadas que abriram todos os botões de saída de gás de um fogão industrial, fato que poderia ter levado o Sintusp pelos ares.
Agora, Rodas consegue mandato de reintegração com força policial da Moradia Retomada no Bloco G do CRUSP.
Este espaço que era moradia estudantil desde a década de 60, foi invadido pela burocracia acadêmica e, há dois anos, retomada pelos estudantes; hoje abrigando 45 estudantes carentes, agora ameaçados pela desocupação violenta.
Várias entidades, movimentos, personalidades e professores já se colocam à disposição dos estudantes para resistir a mais esse ataque.
O Sintusp está vendendo a R$ 5,00 o exemplar da Revista Fórum que traz a reportagem de capa: “Arapongagem na USP”, com relatos de agentes infiltrados, contando detalhes sobre reuniões e assembleias das 3 categorias e atividades individuais de funcionários, estudantes e professores, inclusive diretores de unidade. Adquira o seu na sede do Sindicato.
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| 23/01/2012 |
| TODO APOIO E SOLIDARIEDADE À POPULAÇÃO POBRE E TRABALHADORA DO PINHEIRINHO! |
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Na manhã de domingo, 22/01, os trabalhadores e moradores da região do Pinheirinho, área de 1 milhão de metros quadrados localizada em São José dos Campos e, supostamente pertencente à massa falida de uma empresa vinculada ao especulador Naji Nahas, foram surpreendidos por um efetivo de mais de 2 mil homens da Polícia Militar, recrutada em 33 municípios da região metropolitana de São Paulo, para efetuar uma reintegração de posse ilegal, em meio a um acordo em curso com a justiça federal, utilizando-se de um verdadeiro arsenal de guerra.
Estão sendo utilizados blindados e helicópteros, cães, cavalaria, bombas de gás lacrimogêneo e de pimenta, balas de borracha e inclusive armas de fogo, disparadas contra uma maioria de mulheres, crianças, idosos, trabalhadores e trabalhadoras que resistem há quase 10 anos nessa região, lutando pelo direito a moradia e contra a especulação imobiliária de corruptos nacionalmente conhecidos, como o senhor Naji Nahas.
É de total responsabilidade do Governador Geraldo Alckimin e do Prefeito Eduardo Cury de São José dos Campos o verdadeiro banho de sangue e o clima de terror que vem ocorrendo no Pinheirinho desde a manhã de ontem, que na realidade escancara aos olhos de todo o país o grave déficit habitacional do Brasil, estruturalmente utilizado de maneira criminosa contra a população pobre do país, através da especulação imobiliária a serviço das grandes empreiteiras e potencializada nesse momento com a aproximação dos jogos da Copa e Olimpíadas, para a construção de mega-empreendimentos, hotéis e condomínios de luxo, arenas multiuso futurísticas, enquanto grande parte da população padece com moradias precárias, sem as mínimas condições de saneamento básico, lutando diariamente contra a concentração latifundiária de terras no campo e contra a especulação de terrenos e prédios inteiros abandonados nas grandes cidades.
Essa polícia que age a mando dos grandes capitalistas e do “direito a propriedade privada”, é a mesma que age contra os estudantes e trabalhadores da USP nas greves por mais verbas para a educação, por melhores condições de ensino, por permanência e moradia estudantil. Essa criminosa reintegração de posse no Pinheirinho, que contabiliza dezenas de feridos e desaparecidos, além de ao menos uma morte já confirmada de uma criança de 4 anos de idade, atingida por bala de borracha (!!!), abre um terrível precedente para que sejam desalojados de suas casas todos os moradores de comunidades e favelas espalhadas por todo o país, para servirem de especulação e lucros bilionários para bandidos e especuladores.
Também o Governo Federal é responsável por esse e tantos outros massacres, não só por se “omitirem” ao que vem ocorrendo em São José dos Campos, mas por promoverem a mesma política higienista, racista e anti-popular em distintas localidades do país, através das obras do PAC que em sua maioria favorecem grandes projetos faraônicos, como a Usina de Belo Monte, em detrimento de um verdadeiro plano de obras públicas para garantir moradias, hospitais, escolas e creches para a população pobre e trabalhadora!
Nesse sentido, nós do Sindicato dos Trabalhadores da USP declaramos;
Liberdade imediata aos presos políticos e nenhum processo! Punição aos responsáveis pela repressão! Desapropriação sem indenização da área do pinheirinho! Por um plano de obras publicas e moradia digna para todos!
Diretoria Colegiada Plena do Sindicato de Trabalhadores da USP |
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| 19/01/2012 |
| Criminosa sabotagem no Sintusp – Sindicato dos Trabalhadores da USP |
| Boletim nº 02 |
Quinta-feira (12) pela manhã, quando dois funcionários adentraram a sede do sindicato para dar inicio a mais um dia de expediente, constataram um forte cheiro de gás e, em seguida, surpreenderam-se quando identificaram um enorme vazamento de gás em virtude de todos os botões do fogão industrial, estarem abertos. Minutos mais tarde, outro funcionário, ao abrir sua sala para também dar inicio ao seu trabalho, notou que pastas e documentos de uso interno estavam espalhados no interior da mesma. Todo o episódio ocorreu sem a violação de qualquer um dos cadeados de entrada e das fechaduras das portas que dão acesso a entidade e as salas internas! Ressaltamos que, como de costume, todo o espaço fora vistoriado no dia anterior, antes de seu fechamento, e que tudo se encontrava devidamente normal. Estranhamente (no final da tarde do dia anterior) foi observado por funcionários e estudantes a presença de vigilantes da empresa EVIK e policiais à paisana, que segundo relatos nem se preocuparam em disfarçar suas condições de policiais na inusitada “visita” nos arredores do sindicato. A sabotagem foi registrada em BO – boletim de ocorrência - na Central de Segurança da USP e no 93º Distrito Policial, no Jaguaré. A Diretoria do Sintusp encaminhou ofício à reitoria da universidade comunicando os fatos. É importante ressaltar que os cadeados e fechaduras do sindicato não foram arrombados. Lembramos que tudo isso aconteceu depois de (a): Dia 6/1 - Uma estudante grávida ter sido agredida (por “agentes” da guarda universitária na presença de policiais militares) e depois acompanhada, por diretor do sindicato, ao 91º Distrito Policial para registro de boletim de ocorrência e exame de corpo de delito. Dia 9/1 - Intervenção de diretores do Sintusp (no caso Nicolas - estudante da USP espancado pelo sargento PM André Ferreira, no espaço do DCE/USP) e da acirrada discussão com os policiais e guardas universitários, evitando a continuidade das atrocidades. Dia 9/1 – Publicação na Revista Fórum (jan/2012) sobre espionagem na USP. Com apresentação de documentos que a Revista teve acesso, como relatórios de agentes infiltrados em reuniões da diretoria do sindicato, da Associação dos Docentes da USP, reuniões e assembléias de estudantes e funcionários, além do monitoramento de médicos e funcionários do Hospital Universitário e até Diretores de Unidades da Universidade. Dia 10/1 – entrevista coletiva do estudante Nicolas a diversas emissoras de TV, falando sobre a agressão e a ação policial e de “membros” da guarda universitária. Gravação sugerida e organizada por diretores do Sintusp. Até o momento não constatamos a perda ou furto de nenhum documento ou objeto de valor, o que evidencia que esta atitude criminosa que colocou em risco a vida dos funcionários, dos diretores e estudantes que freqüentam o espaço, só pode ser explicada por motivações políticas. Este é o último capítulo de uma tragédia anunciada pela assinatura de um convênio que perpetua a PM em nossa universidade, como parte de uma verdadeira ofensiva repressiva feita por parte da reitoria e do governo, que se da através de processos administrativos, criminais e ações de espionagem contra os diretores e ativistas do sindicato e estudantes que lutam em defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade para todos. Assim, denunciamos esta criminosa atitude de ataque ao Sintusp e responsabilizamos a reitoria e o governo pela integridade física de todos. Estamos comunicando a todos os companheiros que a revista Fórum, edição de janeiro de 2012, traz uma matéria de capa sobre “arapongagem na USP”, denunciando relatórios de agentes infiltrados na Universidade, sobre reuniões no sindicato, na ADUSP, reuniões dos estudantes, assim como assembléia dos três segmentos, e até mesmo espionagens individuais de professores, estudantes e funcionários, bem como diretores de unidades da USP; como é o caso do professor Magalhães, diretor da Faculdade de Direito, além de médicos e funcionários do HU - Hospital Universitário, acusados pelos arapongas de comprarem droga na comunidade São Remo.
ESPIONAGEM NA USP - SINTUSP DISPONIBILIZA REVISTA FÓRUM
No dia do lançamento da revista, as mesmas desapareceram da maioria das bancas, sendo que alguns jornaleiros informaram que, uma única pessoas havia comprado todos os exemplares da banca. Diante disso, o SINTUSP comprou dezenas de exemplares da revista Fórum na editora, a preço de custo, R$ 5,00. O preço de capa é R$ 8,90. “A matéria contem seis páginas, com trechos dos relatórios dos arapongas, entrevista com o Reitor da USP, história dos tapetes persas comprados por Rodas, com valores superiores a R$ 30.000,00, etc.” As revistas estão à disposição dos interessados no sindicato, que fica na Av. Professor Luciano Gualberto, Travessa J, 374, Cidade Universitária. Telefones: 3091-4381-3814-5789.
COMUNICADO SOBRE ALTERAÇÃO DE HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO SINDICATO
Prezados Companheiros (as); Tendo em vista o atentado sofrido pelo SINTUSP no dia 12 de Janeiro de 2012, onde foi colocado em risco a vida dos funcionários, da diretoria, assim como a sede do sindicato, que funciona há mais de 30 anos, discutimos e deliberamos vários encaminhamentos com relação à segurança do sindicato. Desde o dia (16/01/2012), o funcionamento do sindicato está sendo das 8:00 horas ás 18:00 horas. Pedimos a compreensão de todos. Estaremos à disposição dos nossos associados e de todos (as) funcionários (as) da Universidade de São Paulo dentro deste novo horário. Solicitamos que esta informação seja repassada a todos funcionários de suas respectivas unidades.
Sintusp reúne-se com reitoria hoje
Desde o dia 19/12/2011 (antes da ultima agressão da PM a um estudante negro e a uma estudante grávida no espaço do DCE/USP, e do atentado ao nosso sindicato), foi pedida uma audiência com o reitor da universidade, para discutir a escalada repressiva, a militarização do campus, agressões, arapongagem na USP, processos contra militantes funcionários e estudantes. Só agora, após os últimos e absurdos fatos, a reitoria resolveu marcar a reunião com a diretoria do sindicato, mas sem a presença do reitor, que será representado pelo chefe de gabinete, Professor Amadio e pelo coordenador de relações institucionais, Professor Wanderley Messias que, comunicaram possuir “carta branca” do reitor para negociar com o sindicato. A reunião será as 15h30 na reitoria. |
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| 18/01/2012 |
| Repudiamos o criminoso atentado político ao SINTUSP |
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No último dia 12/01 o SINTUSP foi alvo de um criminoso atentado de motivações políticas que poderia ter provocado a morte de funcionários, diretores e estudantes que freqüentam este espaço.
Ao iniciar suas atividades na manhã da quinta-feira 12/01, por pouco o SINTUSP não sofreu uma explosão criminosamente preparada através de um enorme vazamento de gás provocado intencionalmente. Neste mesmo dia fomos surpreendidos com uma das salas que guarda documentos internos revirada, sem, no entanto, haver furto de qualquer objeto de valor, ou arrombamento das fechaduras evidenciando o caráter pré-meditado e a motivação política destas ações.
Coincidentemente este atentado ocorreu dois dias após a absurda agressão da PM que sacou sua arma para Nicolas, o único estudante negro que estava no espaço estudantil do DCE, em que nosso sindicato prontamente manifestou seu repúdio. São de conhecimento público que tais ações provocaram uma enorme repercussão nacional que gerou a indignação da comunidade universitária, organizações de direitos humanos e do movimento negro que culminaram no afastamento dos dois policiais envolvidos no comando desta operação. Não são menos conhecidos em nosso país os inúmeros casos de afastamento ou de denúncias de violação dos direitos humanos por integrantes das forças repressivas seguidos por retaliações “extra-oficiais” contra ativistas no campo e na cidade mortos impunemente. Estes atos nos remetem à transição pactuada da ditadura para a democracia que preservou impunes os mesmos carrascos que patrocinaram as torturas, assassinatos e atentados como o do Rio Centro contra todos aqueles que ousavam fazer oposição ao regime e seu aparato repressivo.
Estranhamente, desde estes bárbaros ocorridos, que, além de uma violação dos mais elementares direitos humanos atacam violentamente a autonomia universitária, a reitoria da USP ainda não se pronunciou publicamente a respeito, eximindo-se da responsabilidade pelas decorrências da assinatura do convênio que perpetua a presença da PM na USP, e alimentando a possibilidade de que novas ações como estas se repitam sob a forma de uma tragédia.
A ofensiva repressiva da qual o SINTUSP têm sido alvo prioritário, com dezenas de processos administrativos e criminais descaradamente forjados, inquéritos policiais, multas e demissões ilegais como a de Claudionor Brandão, a prisão de 73 estudantes e trabalhadores na desocupação violenta da reitoria e a expulsão de 6 estudantes que lutavam por moradia e assistência estudantil, vem ganhando contornos cada vez mais nefastos com as recentes denúncias de arapongagem que demonstram com riqueza de detalhes o monitoramento político e ideológico feito pela Guarda Universitária e pela polícia contra o SINTUSP e os estudantes que lutam em defesa de uma universidade pública e a serviço dos interesses dos trabalhadores e do povo pobre.
Repudiamos o atentado criminoso contra o SINTUSP e o ataque à liberdade de organização política e sindical dos trabalhadores e estudantes da USP, seguimos responsabilizamos a reitoria e o governo pela integridade física dos diretores, funcionários e da comunidade universitária que mantém no SINTUSP uma referencia de sua luta contra o projeto privatista de universidade de Rodas e a ordem social de exploração em que vivemos. Conclamamos os sindicatos, entidades estudantis, organizações políticas e de Direitos Humanos a manifestar publicamente o repúdio a este criminoso atentado político sofrido pelo SINTUSP. Diretoria Colegiada Plena do Sindicato dos Trabalhadores da USP |
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| 17/01/2012 |
| COMUNICADO SINTUSP URGENTE |
| Criminosa tentativa de sabotagem no SINTUSP |
Nos últimos dias a USP, novamente foi palco de cenas lamentáveis de violência decorrentes da ação truculenta e racista da Policia Militar e da Guarda Universitária contra os estudantes que se encontravam no espaço do DCE - Diretório Central dos Estudantes da USP, violência que só cessou com a chegada de diretores do SINTUSP e após acirrada discussão com os policiais e guardas universitários. Este foi o último capitulo de uma tragédia anunciada pela assinatura de um convênio que perpetua a PM, como parte de uma verdadeira ofensiva repressiva feita por parte da reitoria e do governo através de processos administrativos, criminais e ações de espionagem contra os diretores e ativistas do SINTUSP e a estudantes que lutam em defesa de uma educação pública, de qualidade e para todos. Ao longo de anos de luta o SINTUSP tornou-se reconhecido por sua trajetória de luta em que se empenhou junto aos estudantes, intelectuais conscientes e críticos ao projeto privatista de universidade na defesa de melhores condições de trabalho e estudo para os trabalhadores terceirizados, os setores mais explorados e, por tudo isso angariando inimigos oriundos dos setores mais conservadores e reacionários da universidade e da sociedade que vêm em nosso sindicato um obstáculo aos seus interesses e, que, portanto, deve ser combatido. Por tudo isso, viemos por meio deste dar conhecimento a todos de fatos graves que necessitam ser denunciados: No dia 12/01/2012, ao iniciar seu funcionamento dois funcionários do SINTUSP constataram que, mesmo com os cadeados fechados e a vistoria feita no dia anterior, havia um forte cheiro de gás no local. Qual não foi sua surpresa quando identificaram que havia um enorme vazamento de gás na cozinha do sindicato em virtude de que todos (!!!) os botões do fogão industrial da entidade encontravam-se abertos. Além disso, uma das salas que contém documentos de uso interno foi encontrada com evidências nítidas de arrombamento, com pastas de documentos derrubadas pelo local. Destacamos ainda que no final da tarde de ontem estranhamente foram vistos pelos funcionários e estudantes nos arredores do sindicato vigilantes da empresa EVIK e policiais à paisana. Os funcionários do sindicato foram registrar Boletim de Ocorrência na Central de Segurança da USP e na 93a. Delegacia de Polícia / Butantã.A diretoria do SINTUSP encaminhou oficio á reitoria comunicando os fatos.É importante ressaltar que os cadeados e fechaduras do sindicato não se encontravam arrombados. Lembramos que tudo isto ocorre após a publicação de seis páginas da Revista Fórum de Janeiro sobre a USP, com matéria apresentando documentos que a Revista teve acesso com relatórios de agentes infiltrados sobre reuniões da diretoria do sindicato, das Associações dos Docentes da USP, além de inúmeras reuniões e Assembléias de Estudantes e Funcionários, além de monitoramento de médicos e funcionários do Hospital Universitário e até de diretores de unidades. Até o momento não foi constatada a perda ou furto de nenhum objeto de valor, o que evidencia que esta atitude criminosa que colocou em risco a vida dos funcionários do Sintusp, dos diretores e da comunidade universitária que freqüenta este espaço só pode ser explicada por motivações políticas. Denunciamos esta criminosa atitude de ataque ao SINTUSP, e responsabilizamos a reitoria e o governo pela integridade física dos militantes, funcionários e membros da comunidade universitária e estamos encaminhando este comunicado à comunidade universitária, entidades, parlamentares e á imprensa. São Paulo, 12 de Janeiro de 2012. Diretoria Colegiada Plena do SINTUSP |
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| 22/12/2011 |
| Ofício ao Reitor Reivindicando Audiência |
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Prof. João Grandino Rodas
Reitor da Universidade de São Paulo
O Sindicato dos Trabalhadores da USP ante a sucessão de processos administrativos, judiciais e inúmeros inquéritos policiais contra diretores e militantes do Sintusp, que também ocorre contra militantes do movimento estudantil, o que entendemos ser um ataque à organização dos trabalhadores e estudantes, vem reiterar o pedido de uma reunião para discutir a questão.
Consideramos também de extrema gravidade os relatórios recebidos pelo Deputado Estadual, Carlos Giannazi, e repassados para os funcionários e estudantes, na Audiência pública sobre a USP, realizada na Alesp dia 28 de novembro de 2011. Trata-se de relatórios de agentes infiltrados no movimento sindical de funcionários e professores e no movimento estudantil, com descrições do que foi dito e deliberado em assembleias e reuniões, tais como de diretoria do Sindicato e do Fórum das Seis, realizadas na USP.
O que mais chama atenção é a relação dos relatórios partirem de agentes externos à Universidade, encaminhados ao o Sr. Ronaldo Penna, policial que dirige as operações de segurança da USP, assim como relatórios elaborados e assinados pelo próprio Ronaldo Penna, relatando falas, resoluções aprovadas em reuniões de diretoria do Sintusp, inclusive alertando os passos que serão tomados pelos trabalhadores descobertos nessa espionagem, todos esses relatórios encaminhados ao gabinete do reitor.
Outra questão pendente que queremos discutir é a absurda militarização da Universidade que tem como focos: a abordagem e a repressão a estudantes e trabalhadores, como ficou evidente a partir do estabelecimento do convênio USP/PM, o que levou ao inevitável e já previsto confronto. Os fatos ocorridos deverão se repetir com intensidade ainda muito maior, com a manutenção da militarização, principalmente após o retorno às aulas, término do período de férias.
Pela magnitude e gravidade dos problemas levantados requeremos que a reunião entre o Sintusp e a Reitoria se realize com brevidade.
Sem mais para o momento, aguardamos retorno,
A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da USP
SERRA TENTA IMPEDIR A VENDA DO LIVRO: “A PRIVATARIA TUCANA”
O livro foi escrito pelo premiado jornalista Amaury Ribeiro Junior, “A privataria tucana”, publicado pela Geração Editoral, revela as grandes e tenebrosas transações e maracutaias bilionárias, além do tráfico de influência, comandadas por José Serra e seu tesoureiro, Ricardo Sérgio de Oliveira, conhecido como “Mister Big”.
Lançado dia 9 de dezembro, o livro traz inúmeras provas documentais (são 100 páginas só de documentos), que mostram como o patrimônio público foi roubado, pilhado na época das inúmeras privatizações a partir de um esquema montado por Serra, teve toda edição ( 15.000 exemplares) esgotada ou desaparecida das livrarias no mesmo dia do lançamento, ou seja, dia 9 de dezembro.
A livraria Cultura informou que o ex-governador, José Serra, ligou pessoalmente solicitando a reserva de todos os exemplares da livraria (50 ao todo, porque ele compraria todos. O pedido foi negado segundo uma funcionária da livraria, que preferiu não se identificar, entretanto, os livros sumiram das prateleiras no mesmo dia.
ALGUMAS REVELAÇÕES DO LIVRO:
• Carlos Jereissati, dono da Oi, usou sua empresa Inifinity Trading, sediada em paraísos fiscais, para pagar propina a Ricardo Sérgio de Oliveira, na empresa Franton Enterprises.
• A propina pela compra da Oi, segundo o autor do livro, seria próxima a R$ 90 milhões. Jereissati e seus parceiros chegaram ao leilão sem recursos e foram socorridos por fundos de pensão, comandados por Ricardo Sérgio de Oliveira e seu braço direito João Bosco Madeiro.
• Ricardo Sérgio de Oliveira, que era chamado de “Mr. Big” e se tornou amigo de Serra por intermédio de Clóvis Carvalho, comprou prédios inteiros em Belo Horizonte, que depois foram também vendidos a fundos de pensão estatais. O livro traz documentos e procurações usadas por Ricardo Sérgio e seus laranjas.
• Na privatização da Vale, vencida por Benjamin Steinbruch com recursos dos fundos de pensão, num consórcio organizado por Miguel Ethel e José Brafman, a propina teria sido de R$ 15 milhões.
• Gregório Marin Preciado, “primo” de Serra, organizou o consórcio Guaraniana, que, também com dinheiro dos fundos de pensão, comprou várias distribuidoras de energia no Nordeste, hoje pertencentes ao grupo espanhol Iberdrola.
• Tanto Verônica Serra como Ricardo Sérgio de Oliveira utilizaram a mesma empresa, a Citco, para abrir suas contas no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas.
Por último, depois de se dedicar à guerra interna dos tucanos, Amaury escreveu sobre a guerra interna do PT, na campanha de Dilma, entre os grupos de Fernando Pimentel e Antônio Palocci.
O livro traz documentos, procurações, etc, sobre os fatos.
Ver matéria completa no site: http://brasil247.com.br/pt/247/pernambuco247/29331/Serra-tentacomprar-estoque-de-A-Privataria-Tucana.htm
Assédio Moral na Coseas
Severino Barbosa da Silva, cozinheiro do restaurante central, registrou boletim de ocorrência na 93º DP, denunciando sua superior hierárquica e nutricionista, que ao ver um grupo de funcionários lendo um boletim do Sintusp na hora do lanche, mandou aos berros, que os mesmos “voltassem imediatamente ao trabalho”. Severino reclamou dos gritos e logo foi pressionado a assinar uma carta de advertência.
Severino se recusou a assinar e acabou sendo empurrado para fora da sala pela sua superior e por uma outra nutricionista.
Este comportamento absurdo e inaceitável não pode ficar impune, Severino e o Sintusp apresentarão denúncia na delegacia do Trabalho. |
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| 08/12/2011 |
| CONFRATERNIZAÇÃO NO SINTUSP |
| Dia 21/12, a partir das 16 horas, na sede do Sindicato |
Sócios do Sintusp têm direito a 4 tickets de cerveja, ou refrigerante ou churrasco, gratuitos. Retire no Sintusp a partir do dia 13/12, às 10 horas, até o dia 19/12, às 18 horas.
Unidos somos fortes, na luta e na festa!
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| 08/12/2011 |
| OS TRABALHADORES, O PRÊMIO E O RODAS |
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Ontem, após a Comissão gestora do prêmio excelência acadêmica deliberar o valor de R$ 3.500,00, em duas parcelas iguais, a 1ª parcela em 26/12/2011 e a 2ª parcela em 11/01/2012.
O reitor Rodas através do informativo USP Destaque declarou que o avanço da USP nos rankings internacionais se deve ao “esforço dos servidores com a continuidade de suas atividades sem qualquer espécie de paralisação”, diante dessa afirmação devemos lembrar que:
1. Em 2009, ano em que fizemos uma grande greve de 57 dias, conjuntamente com estudantes, com ocupação da reitoria. Greve que acabou sendo engrossada com a entrada de professores após a violência policial desencadeada. A USP cresceu em todos os rankings internacionais
e, nós recebemos o prêmio que havia sido criado em 2008 pelo Conselho Universitário;
2. A maioria dos professores que integram, hoje, a administração da Universidade, gestão Grandino Rodas, defenderam e votaram na reunião do Conselho Universitário de 4 de novembro de 2008, que os funcionários deveriam receber um valor bem abaixo ao dos professores. Só
foi aprovado o valor igual com os votos dos representantes dos funcionários junto com os dos estudantes, além da minoria dos docentes, que perfizeram a maioria dos votos, dando assim uma vitória à concessão de valor igual para funcionários e professores.
3. As greves memoráveis, realizadas pelos funcionários, em alguns momentos juntos com estudantes e em outros com professores, têm garantido a qualidade desta Universidade, mantendo salários competitivos com o mercado e contendo a evasão tanto de professores quanto de funcionários, que vinha ocorrendo, buscando melhores remunerações, principalmente nas universidades particulares.
Hoje, os funcionários da Unicamp e UNESP têm ido à luta, como acabou de acontecer na Unicamp, pela equiparação dos salários e benefícios com os funcionários da USP;
4. Este ano, a reitoria “pagou” para não haver greve, atendendo parcialmente importantes reivindicações para a nova carreira dos funcionários e entendemos que isso é uma importante vitória do movimento e da força dos trabalhadores;
5. Quanto ao prêmio entendemos que os trabalhadores devem ser premiados pelo esforço coletivo na construção e engrandecimento da Universidade, mas defendemos que os prêmios devem ser atribuídos a partir de valores incorporados aos nossos salários;
6. Por último é importante ressaltar que as conquistas salariais, na carreira e agora a concessão obrigatória do prêmio estabelecida no Co (Conselho Universitário), na gestão anterior, vêm acompanhada do PROADE, com ameaça de demissões em massa, aliás, com afirmações feitas pelo próprio diretor de Recursos Humanos da USP, quando disse que o objetivo é ter
poucos funcionários na USP, mas bem pagos, que tem gente demais e que não interessa à Universidade e, admitindo que o PROADE é para “desligar” esses trabalhadores. Além do PROADE, temos uma enxurrada de processos judiciais contra militantes do Sindicato e um processo administrativo que atinge todos os diretores liberados para o exercício do mandato sindical da capital, além de outros militantes e um estudante.
II ENCONTRO DE MULHERES TRABALHADORAS DA USP
Opressão, repressão, perseguição
Quinta-feira, dia 15 de dezembro
na Faculdade de Educação – Sala 102 Bloco B
PARA SE INSCREVER LIGUE OU ENVIE UM E-MAIL
PARA O SINTUSP COM NOME COMPLETO E UNIDADE
Telefone: 30913480
E-mail: sintusp@sintusp.org.br |
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| 08/12/2011 |
| USP MULTADA POR FALTA DE LICENÇA AMBIENTAL |
| A EACH (USP Leste) funciona sem licença ambiental, e o que é pior, CETESB descobre que há gás no subsolo |
Tudo isso em uma área de preservação permanente: Parque Ecológico do Tietê, onde foi construída, funciona e vem sendo ampliada a EACH.
O valor desse tipo de multa varia entre R$ 500,00 e 50 milhões.
Os jornais, Folha de São Paulo e Estado de São Paulo, noticiam ainda que o terreno da EACH também recebeu 480 caminhões de terra que não tem origem comprovada e pode estar contaminada.´
É interessante que esse reitor que abre uma enxurrada de inquéritos policiais e processos judiciais por depredação de patrimônio, por conta de cadeados e portas quebradas, cometa tantas irregularidades que levam à multa e prejuízos vultuosos para a universidade.
Isso é dinheiro público, do qual saem os salários dos professores e funcionários e, custeio do ensino, pesquisa e extensão, gasto em multas pela degradação do meio ambiente na gestão Rodas.
ENFIM: HOJE REUNIÃO DA COMISSÃO DO PRÊMIO
Às 17 horas de hoje, 6/12, a Comissão instituída para definir sobre o prêmio, presidida pelo vice-reitor, Hélio Nogueira da Cruz, e que conta com um representante dos funcionários, Alexandre Pariol Filho, finalmente se reúne para tomar decisões sobre o prêmio de excelência.
Histórico: O prêmio excelência acadêmica foi instituído a partir de deliberação do Conselho Universitário, em 4 de novembro de 2008, para todos os docentes e servidores técnico-administrativos e está publicado em resolução nº 5483, de 6 de novembro de 2008.
No ano passado, o prêmio não foi pago aos servidores porque a USP teve queda nos rankings internacionais.
Esse ano, a USP teve um grande crescimento nos rankings, o que foi amplamente noticiado e “comemorado” pela reitoria, inclusive porque a USP agora é considerada a melhor Universidade da América Latina, graças aos esforços dos que trabalham e estudam nesta Universidade.
É importante lembrar que na resolução que institui o prêmio, no artigo 10º está: “o prêmio será concedido em 02 (duas) parcelas iguais, sendo a primeira no 2º semestre do ano em que for divulgado o resultado dos rankings e a segunda, no 1º semestre do ano imediatamente subseqüente”.
Só não entendemos porque a reunião demorou tanto para ser marcada.
ASSEMBLEIA GERAL
Dia 8/12, às 12h30, no Sintusp - PAUTA: PROADE
CAMPANHA CONTRA O PROADE
O Programa de Acompanhamento e Desenvolvimento Funcional dos Servidores Técnicos Administrativos da USP, que prevê avaliação de todos os funcionários durante o período de experiência, conforme prevê a CLT(Consolidação das Leis Trabalhistas), bem como, os funcionários “autárquicos e celetistas com mais de 33 meses de efetivo exercício, contados da data do início do contrato de trabalho”, ou seja, ninguém vai escapar.
Mesmo os funcionários “efetivos com estabilidade serão alvos destas avaliações e sofreram inclusive processos administrativos, se necessário, para serem demitidos.
Não é terrorismo do Sindicato e sim uma política da USP, para enxugar o quadro funcional da universidade, pois Prof. Joel disse que “prefere ter poucos funcionários bem pagos e valorizados, do que muitos mal pagos, discriminados e encostados e que tem funcionários demais, muitos dos quais não interessam para Universidade”.
Não podemos esquecer de Janeiro de 2011, quando 270 funcionários, muitos funcionários extremamente dedicados,foram sumariamente demitidos pela reitoria.
Na última reunião da Comissão Paritária, o Prof. Joel, ao colocar o Programa para discussão, chegou a dizer que a USP está preparada para demitir.
Leiam com atenção o segundo Parágrafo do Artigo 6º do Programa.
Leiam mais sobre o PROADE, nas PÁGINAS 2 e 3 do Jornal do SINTUSP, recentemente publicado.
A NOVA CARREIRA CONTINUA A SER IMPLANTADA
Já encontra-se aberto a implantação no WEBMARTE do cadastro para o Curriculum Vitae (experiências fora da USP, experiências na Universidade, formação na área e outras informações que achar necessário), que será utilizado na movimentação da Carreira no ano de 2012, em abril.
Depois terá que confirmar todos os dados através de documentos no Departamento Pessoal da sua unidade.
Por enquanto o DRH não indicou o prazo para este cadastramento.
Não deixe de se cadastrar.
Os que tiverem dificuldades de o fazer sozinhos, solicitem ao Departamento Pessoal da sua unidade para ajudá-los. Quaisquer esclarecimentos procurar o seu Sindicato.
FORMAÇÃO DOS COMITÊS PARA PROGRESSÃO NA CARREIRA
Foi instituído através da Portaria GR 5.389, de 2/12/2011 os Comitês que irão trabalhar a Progressão na Carreira dos Funcionários, ou seja, a movimentação na Carreira, em abril de 2012.
Salientamos que a maioria das propostas do Sindicato, discutidas e acordadas nas Reuniões da Comissão Paritária, como os Comitês Paritários, não foram aceitas na reunião com os diretores de unidade, em Mogi das Cruzes.
Para a formação dos Comitês haverá eleições para os Representantes dos Funcionários em todas as unidades que irão representar os funcionários do Grupo Básico, Técnico e Superior.
Todos(as) companheiros(as) que se inscreverem como representantes, favor comunicar o Sindicato.
8/12 – Por Terra, Trabalho e Moradia - Manifestação no MASP, às 9h30
MTST [Movimento dos Trabalhadores Sem Teto], Flaskô [Fabrica ocupada pelos Trabalhadores, em Sumaré] e MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Campinas] realizam na próxima quinta-feira [8/12], manifestação com concentração a partir das 9h30, no vão livre do MASP e às 14h30, na Alesp – Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.
Nessas duas atividades os estudantes em greve da USP estarão presentes estabelecendo a unidade e fortalecendo o conjunto de reivindicações dos movimentos em luta. |
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| 01/12/2011 |
| AUDIÊNCIA PÚBLICA... GRAVES DENÚNCIAS! |
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Na audiência pública ocorrida dia 28/11 na Alesp (Assembleia Legislativa) o reitor Rodas não compareceu para prestar explicações sobre a escalada de repressão na USP a partir do convênio USP/PM e os inúmeros processos administrativos e judiciais contra militantes sindicais e estudantis. Mandou e-mail alegando compromisso.
RODAS MILITA PELA RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA NO BRASIL
Os estudantes e funcionários que ocuparam o auditório Franco Montoro foram surpreendidos, no início da audiência, com a leitura de uma correspondência recebida pelo reitor Rodas enviada pelo Diretor Secretário Gustavo Cintra do Prado do Boletim “Herdeiros do Porvir” – Pró monarquia, cujo texto transcrevemos abaixo. Este documento foi apresentado pelo Deputado Estadual Carlos Giannazi, que declarou que como deputado tem a prerrogativa de não ter que declarar a fonte que forneceu o documento.
RELATÓRIOS DE AGENTES INFILTRADOS NOS MOVIMENTOS
Giannazi também apresentou na audiência pública e entregou para as entidades: Sintusp, Adusp e DCE, relatórios de agentes infiltrados no movimento de trabalhadores e estudantes, que relatam fatos, reuniões, falas de dirigentes e militantes dos três segmentos da Universidade. São relatórios de agentes externos à USP, com fotos, enviados a Ronaldo Penna, policial que dirige a segurança da USP, assim como de Ronaldo Penna para o gabinete do reitor, inclusive comunicando o que irá acontecer a partir das informações obtidas inclusive em reuniões internas das entidades tais como da diretoria do Sintusp, provavelmente a partir de aparelhos de escuta e gravação, além da infiltração de agentes. Esses documentos estão disponíveis no Sintusp.
Na audiência foi debatido por todos, que tomaram a palavra, a necessidade de se construir um movimento ainda mais forte, envolvendo setores democráticos não só da Universidade, mas de toda a sociedade contra todo esse estado de coisas que está sendo implantado na Universidade.
Na maioria das falas estava manifesto o compromisso com essa construção de uma luta unificada no próximo semestre, a partir da calourada na USP.
O deputado Giannazi também anunciou que Rodas estará sendo convocado pela Comissão de Ciência e Tecnologia para responder sobre improbidade administrativa e, informou que nesse caso ele não poderá recusar-se a comparecer para prestar esclarecimentos.
Giannazi informou ainda que está encaminhando também para as Comisões: de Educação, Direitos Humanos e Meio Ambiente, para aprovação, requerimentos de convocação do reitor Rodas para prestar esclarecimentos.
No Meio Ambiente, sobre as centenas de árvores que Rodas anunciou que serão arrancadas na USP.
TEXTO DA CORRESPONDÊNCIA LIDA POR GIANNAZI
Exmo. Sr. Prof. Dr.
João Grandino Rodas
Envio-lhe a nova edição do boletim “Herdeiros do Porvir”.
Infelizmente sofremos duas grandes perdas que tocaram no fundo de nossos corações: o recente falecimento das Princesas Da. Theresa e Da.Maria Elizabeth de Orleans e Bragança.
Estas nobilíssimas Princesas, nascidas na segunda década do século XX, souberam enfrentar os horrores e as conseqüências da Segunda Guerra Mundial, tornaram-se firmes em seus elevados princípios morais e religiosos, e tornaram-se, por sua conduta exemplar e irrepreensível,
exemplos de vida para todas as famílias brasileiras.
Veja ainda neta edição o polêmico artigo do Dr. Ciro Moss ‘Avino que trata sobre o projeto de emenda constitucional intitulado “PEC da Felicidade”, já aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
Como é de seu conhecimento, esta publicação depende de recursos financeiros e do comprometimento de cada monarquista para ter assegurada uma periodicidade mais freqüente.
Por favor, envie hoje mesmo sua contribuição de apoio. Para isso, basta pagar o boleto abaixo em qualquer banco, casa lotérica ou pela internet.
Agradeço antecipadamente o seu empenho e indispensável ajuda à causa monárquica.
Atenciosamente,
Gustavo Cintra do Prado
Diretor Secretário
Anexo um boleto Bradesco para pagamento para o cedente: Pro Monarquia e código cedente: 0614-9/0059000-2, identificando o sacado como João Grandino Rodas
Publicação no site Brasil 247
Juízes apóiam estudantes e atacam reitor da USP
Em duro comunicado, a Associação de Juízes para a Democracia critica o Reitor João Grandino Rodas, a quem considera reacionário e sem diálogo com a Universidade.
A íntegra dessa publicação pode ser lida acessando o link:
Caso queira receber as publicações do Sintusp basta solicitar através do e-mail: sintusp@sintusp.org.br
SOBRE O PRÊMIO DE EXCELÊNCIA
É inacreditável o número de funcionários que estão procurando o Sindicato, perguntando sobre o prêmio.
Ligamos mais uma vez para o vice-reitor, Hélio Nogueira da Cruz, presidente da Comissão encarregada de determinar sobre o prêmio. Sua secretária informou que só na quinta-feira quando ele voltar de viagem poderá obter informação sobre o prêmio.
Estamos exigindo que a reitoria e o vice-reitor, tenha respeito pelos trabalhadores desta Universidade, agora considerada a melhor da América Latina graças aos nossos esforços, e informe sobre o prêmio.
A PERSEGUIÇÃO POLÍTICA CONTINUA
Mais uma vez o REItor, que defende a monarquia, abre processo crime contra diretores do Sintusp pelo fato do Sindicato ter escrito um boletim em defesa do Hospital Universitário e por nos contrapormos à privatização da Saúde.
O “rei Dom Rodas I” instituiu a Universidade de São Paulo como o seu feudo e, como monarca, manda decapitar todos aqueles que são contra os seus projetos privatistas.
É uma pena que não corre nas veias do reitor sangue real, ou melhor, ele não faz parte da família real “Bragança Orleans” e mesmo que tenha mandado confeccionar o manto em Coimbra/Portugal, dificilmente será REI. Ele é apenas reitor, com mandato de 4 anos e, se durante esses 4 anos respeitar sua comunidade, com certeza será respeitado, do contrário os conflitos continuarão.
HOJE, 1/12: REUNIÃO DO DEPARTAMENTO DE CARREIRA A PARTIR DAS 8 HORAS NO SINTUSP
DIA 9/12, ÀS 19 HORAS, NO SINTUSP
CONFRATERNIZAÇÃO COM BATIZADOS E TROCAS DE CORDÕES (CAPOEIRA) |
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