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| 04/08/2010 |
| REUNIÃO DE NEGOCIAÇÃO - DECISÕES ADIADAS! |
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Sobre a referência (5%)
A Comissão reafirma a disposição da reitoria em conceder a referência, desde que seja a partir de uma reestruturação da carreira, podendo ser aplicada no início dessa discussão. Entretanto, deixou claro que nenhum reajuste ou benefício poderá ser concedido antes de janeiro de 2011, devido à proibição imposta pela legislação (período eleitoral).
A Comissão da reitoria pede que o Sintusp reapresente a proposta de estrutura de carreira, aprovada em seminários da categoria e declara que pode haver retroatividade tanto na questão da referência quanto ao benefício reivindicado, sem definir a partir de quando.
Sobre o Vale Alimentação e o vale Refeição
De acordo com a Comissão da reitoria há um estudo de uma proposta que deverá ser apresentada na próxima reunião de negociação, agendada para o próximo dia 30.
Sobre a questão da Saúde
A Comissão anunciou que haverá uma reunião sobre esse ponto será realizado no dia 23 de agosto e, nesse dia, o Prof. Marcos Boulos apresentará as propostas da reitoria.
Sobre a criminalização do movimento
Os representantes do Sindicato levaram à Comissão da reitoria a questão da criminalização do movimento lembrando que apesar do Acordo de Fim de Greve, assinado pela reitoria, afirmar que não haveria punições pela greve, se multiplicam os inquéritos policiais sobre diretores e ativistas, tais como, Magno Solange, Neli e Brandão (inclusive enquanto ocorria a reunião chegava no Sindicato mais uma notificação contra a companheira Neli).
Foi relatada ainda a punição com 30 dias de suspensão da companheira Patrícia, funcionária da FFLCH, militante do Sindicato, em consequência de um processo administrativo de 2007. A Comissão da reitoria prometeu verificar o processo e dar um retorno sobre a questão da companheira Patrícia até o dia 9 de agosto.
Diante do ocorrido na reunião, entendemos que não teremos conquistas sem mobilização
Amanhã, 4ª f feira (4/8), haverá reunião do COMANDO DE MOBILIZAÇÃO, às 17h30, no Sindicato
Considerando que já começaram as retaliações contra os ativistas e diretores do Sindicato, considerando ainda que Rodas segue atacando trabalhadores, o Sindicato e o direito à greve, haverá reunião do Comando de Mobilização 4ª f (4/8), é muito importante a participação de todos os representantes das unidades.
REUNIÕES DE UNIDADES... PARTICIPE!!!
O Sintusp, através de seus representantes, estará realizando reuniões de unidade,
assim como Assembleia (a ser marcada), para apresentar com mais clareza e
detalhes o que ocorreu nessa reunião com a reitoria, quando também haverá uma
avaliação dos resultados e passos a serem tomados pela categoria para as conquistas das nossas reivindicações.
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| 02/08/2010 |
| CONFIRMADA NEGOCIAÇÃO DA PAUTA ESPECÍFICA 2ª FEIRA (02/08) |
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O sindicato recebeu comunicado da reitoria confirmando a audiência, no dia 02 de agosto, segunda-feira, às 15h, para continuidade das negociações da nossa pauta de reivindicações específicas. Vamos ver se a reitoria tem algo a oferecer, ou se o estilo “negociar com mãos vazias” lançado pelo Rodas continuará
prevalecendo.
Auxílio alimentação de R$ 765,00
Nessa audiência, nossos representantes deverão apresentar a contraproposta, aprovada em assembleia, de aumento do auxílio alimentaçao para R$ 765,00 (nossa reivindicação original era de R$ 850,00)
Outras reivindicações
Também vamos cobrar respostas para outros itens da pauta tais como a contratação de mais funcionários profissionais da saúde para melhorar as condições de trabalho e o atendimento no HU; contratação de mais funcionários para melhorar as condições de trabalho nos restaurantes Coseas, que se encontram em níveis subhumanos e, um calendário de reuniões para negocição dos demais itens.
Abaixo às perseguições políticas e à criminalização do movimento e dos lutadores
Devemos cobrar, especialmente, uma resposta aos itens: fim da criminalização do movimetno e das perseguições aos ativistas sindicais e estudantis da USP; reintegração do Brandão; retirado dos processos administrativos instaurados contra diretores e ativistas do Sindicato e, revogação imediata da absurda suspensão, por 30 dias, da companheira Patrícia, integrante do Comando de greve da FFCLH.
Reitoria reinicia a perseguiçãopolítica aos lutadores
No dia 26/07/10, o sindicato foi informado por seu advogado, Dr. Luiz Eduardo Greenhalgh, que os seus diretores e ativistas Magno, Solange, Neli e Brandão
estão sendo chamados à delegacia para responder a nada menos do que 11 (onze) inquéritos policiais pendentes desde o ano passado.
No dia seguinte, 27/07/10, a companheira Patrícia recebeu da diretora da FFLCH a informação de que oReitor Rodas a havia condenado a 30 (TRINTA) dias
de suspensão, em conseqüência de um processo administrativo aberto 2007. A diretora disse ainda que a comissão processante havia indicado a demissão da
companheira por justa causa.
A companheira Patrícia, tem atuado na primeira fila de todas as lutas dos trabalhadores da USP, deste a greve de 2004, quando ainda era estudante de Geografia.
Na greve e ocupação da reitoria, em 2007, a Patrícia já era funcionária da USP. Naquela oportunidade ela e o companheiro Tadeu foram os únicos funcionários da
reitoria a participar da ocupação.
Por participar daquela importante luta contra os decretos do Serra, a companheira se tornou vítima de uma campanha de fraudes infames montada por suas chefias, com o claro intuito de demiti-la. Isso será demonstrado num boletim específico.
A pena de suspensão por 30 dias imposta a Patrícia, foi mais um ato de criminalização do nosso movimento por parte da reitoria da USP e se insere no rol dos ataques do governo e da burocracia acadêmica contra a organização dos trabalhadores da USP, seu sindicato e seus ativistas.
E, por isso, o Comando de Mobilização, que se reunirá na quarta-feira, deverá dirigir um chamado a todos os trabalhadores, estudantes e professores das universidades, a todos os intelectuais, sindicatos, organizações de esquerda e de direitos humanos, para uma luta em defesa do direito de greve e da organização sindical trabalhadores da USP e pela revogação imediata da pena de suspensão imposta à companheira Patrícia.
Atençaõ representantes, reunião do Comando de Mobilização, dia 04/08, 4ª feira, às 17h30, no Sindicato
Companheiros e companheiras, considerando que o Rodas já começou as retaliações contra os ativistas e diretores do sindicato por conta da greve, além de seguir atacando os trabalhadores da USP, o sindicato e o próprio direito de greve e que haverá uma audiência de negociação da pauta específica na segunda-feira, é muito importante que todos os representantes das unidades estejam nessa reunião.
Banco do Brasil não respeita a Comunidade USP
Desde que o Banco do Brasil comprou o Banco Nossa Caia a comunidade USP tem enfrentado horas nas filas para cumprir seus compromissos bancários. Ou os gerentes responsáveis não têm competência para exercer suas funções ou o Banco não oferece as mínimas condições para o atendimento aos clientes. O desrespeito não tem limites e prejudica tanto os clientes quanto os trabalhadores do Banco, que acabam tendo que responder pelo caos que eles não criaram.
Não há atendentes em número suficiente. Os caixas ficam fechados enquanto os clientes enfrentam horas de filas numa maratona que testa os limites físicos e psicológicos de todos.
Pessoas pagam taxas sem saber do que ou para que, outros têm todo o salário confiscado sem saber o porquê.
Como última demonstração de incompetência, irresponsabilidade ou loucura de algum manda chuva, as cadeiras onde se podia “esperar sentado” foram retiradas e todos estão sendo obrigados a esperar pelo atendimento em pé. O reitor deveria gastar parte do tempo que tem dedicado à difamação dos funcionários, para exigir do Banco do Brasil o mínimo respeito à comunidade USP.
Assédio Moral no IME
Novo diretor do IME assume a menos de 5 meses e destrói a vida profissional dos trabalhadores da unidade .
O poder muitas vezes faz com que o diretor perca a noção e cometa atos contrários ao raciocínio e à inteligência humana, trazendo de volta à universidade a época dos grandes coronéis, se achando o dono do pedaço (unidade) e aplicando a ditadura militar: coloca funcionários à disposição, deixando-os recebendo seus salários em suas casas até conseguirem recolocar-se em uma nova unidade ou, ainda, retira todo os seus instrumentos de trabalho (computador, telefone, mesa, cadeira, etc), pedindo para que o funcionário procure nova unidade pois não o quer mais por lá.
O assédio moral é crime! Esse tipo de ato, praticado por superiores em seus subordinados, vai gradativamente “minando” a autoestima, a dignidade pessoal e profissional da vítima, destruindo a saúde física e mental do trabalhador.
Se algum companheiro estiver passando por esse tipo de constrangimento, denuncie ao seu Sindicato! |
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| 19/07/2010 |
| Retomar a luta pela Isonomia! |
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Essa foi a decisão mais importante da nossa assembleia do dia 14/07/10.
Para restabelecer a isonomia precisamos quebrar a intransigência dos três reitores e arrancar mais 6% de reajuste salarial para os funcionários da USP, Unesp e Unicamp, de forma que tenhamos o reajuste deste ano equiparado ao dos professores das três universidades.
Para isso, a ordem é iniciar já as reuniões de unidades e realizar um seminário no dia 13/08, onde faremos uma avaliação da greve do primeiro semestre e discutiremos um plano para avançar na reorganização dos trabalhadores da USP, para voltarmos à luta com muito mais força neste segundo semestre.
As principais lições do primeiro semestre
De cada luta que travamos devemos extrair ensinamentos para os próximos combates. Devemos aprender principalmente com o inimigo.
Por isso, não podemos esquecer o que aprendemos com o Rodas e o Cruesp durante a greve:
O Rodas não tem nenhum respeito ou consideração pelos trabalhadores da USP. Ele acredita que os trabalhadores da USP são um bando de privilegiados que ganham muito. Essa opinião do reitor a nosso respeito, está expressa com todas as letras nas inúmeras entrevistas que ele deu aos jornais, rádios e televisões, nos depreciando, dizendo que nossos salários consomem todos os recursos da universidade, que ganhamos muito mais do que se paga no mercado, dizendo que transformamos a USP nos morros do Rio de Janeiro, etc.
O Rodas não tem consideração alguma com os trabalhadores da USP e suas famílias, ele não exitou em descontar os salários de mais de mil pessoas e deixar seus filhos com fome.
O Rodas só tem desprezo para com os trabalhadores que constroem a universidade que ele pretende dirigir.
E o Cruesp, por sua vez, ensinou que está intransigente, determinado manter a quebra da isonomia e a não atender nossas reivindicações. E que os outros dois reitores também não têm nenhum respeito com os funcionários das universidades.
De tudo isso, as conclusões possíveis são: Só podemos confiar nas nossas próprias forças e na nossa união e solidariedade; não podemos ter confiança ou ilusão de que esses reitores estarão dispostos a dialogar com nosso movimento, ou que poderemos conquistar qualquer coisa, sem muita mobilização e muita luta.
Uma luta em defesa das universidades
A quebra da isonomia atende ao objetivo de sucatear determinadas áreas das universidades, preservando os níveis salariais e as condições de trabalho entre outras, ou seja, serve ao objetivo de priorizar as áreas com vocação para as pesquisas aplicadas, ou operacionais como era o termo usado pelo Serra nos decretos de 2007.
Por isso, na luta em defesa da isonomia estaremos defendendo uma universidade que não priorize uma determinada área do conhecimento em detrimento de outras, que não priorize interesses empresariais em detrimento de necessidades sociais.
Por isso, não teremos medo ou receio de enfrentar nem os reacionários conscientes e nem os que a eles se aliam por omissão.
AGRADECIMENTOS:
Ao Professor Marcos Orine da Faculdade de Direito que deu uma importante contribuição com a palestra sobre direito previdenciário e um importante artigo em coautoria com o Professor Ricardo Antunes, em defesa da universidade publica contra a proposta privatizante defendida em outro artigo do Rodas.
Ao professor Leonel Itaussu que continua repassando mensalmente ao sindicato 6% do seu salário; valor que corresponde ao reajuste diferenciado dado aos professores.
Aos estudantes da Unesp de Marília, fizeram greve em apoio a greve dos trabalhadores das universidades, contra a terceirização do bandejão do campus de Marília, que participaram ativamente da vigília na reitoria da Unicamp e da ocupação da reitoria da USP participaram ativamente da luta dos funcionários da USP em Ribeirão Preto.
Ao Deputado Carlos Giannazi, pelo apoio constante à Greve e à Luta.
Outras resoluções da Assembleia
Manutenção do fundo de solidariedade como fundo permanente e abertura de nova conta para o fundo controlada por cinco pessoas eleitas na própria assembleia.
Moção de repúdio ao presidente Lula pela repressão policial que resultou em ferimentos gravíssimos contra indígenas de diversas etnias, que estão acampados na esplanada dos ministérios, em Brasília, protestando contra a extinção da FUNAI e, lutando por sua reivindicações.
Moção de apóio à luta dos trabalhadores da Flasko que a sete anos mantêm a fabrica produzindo sob controle operário e que hoje estão correndo o risco de perderem o sustento de mais de setecentas famílias porque um juiz determinou a falência e fechamento da fábrica.
Moção de repudio ao assassinato da jovem Eliza Samudio, pelo fim da violência contra as mulheres.
Moção de Repúdio
Nós, trabalhadores e trabalhadoras da USP reunidos em assembléia no dia 14 de julho de 2010 repudiamos o assassinato da jovem Eliza Samudio, que ao que tudo indica teve seu corpo recortado e entregue aos cães. Repudiamos todos os assassinos suspeitos, dentre eles seu ex-namorado Bruno (ex-goleiro do Flamengo), mas repudiamos também a juíza do Rio de Janeiro que há 6 meses atrás negou proteção à Eliza. Acreditamos que este é um caso emblemático que expressa o assassinato de milhares de mulheres todos os anos em nosso país, vítimas do preconceito e do machismo que são sustentados pela sociedade capitalista que vivemos. Basta de violência contra as mulheres. Todo trabalhador e trabalhadora deve se conscientizar para lutarem juntos contra a opressão às mulheres.
Moção de Repúdio ao Reitor da Unesp
Em ofício circular nº 019/2010 – RUNESP, DE 07/07 2010, o reitor da Unesp explicita sua posição perante o direito de greve e em relação ao direito de qualquer trabalhador aderir a ela. Em tom de ameaça, ofende coletivamente a todos, pois intimida quem ousar exercer livremente o direito de greve, reconhecido em instâncias nacionais e internacionais, como é o caso da Constituição Brasileira, das convenções da organização internacional do Trabalho (OIT), dentre outras.
Por isso, os trabalhadores das Universidades de São Paulo, repudiam tal ato.
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| 13/07/2010 |
| Assembleia dia 14/7 (4ªf) às 12h30, no Sintusp reorganizar e retomar nossa luta no 2º semestre |
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Conforme aponta o último boletim do Fórum das Seis, de 07/07: “A quebra de um acordo entre Fórum das Seis e Cruesp, de 1991, que garantia a isonomia entre as categorias, gerou muito descontentamento e foi o estopim de uma grande luta. Servidores técnico-administrativos da USP, Unesp e Unicamp demonstraram garra e disposição de luta, mas não conseguiram quebrar a intransigência dos reitores. Ficou claro que a conduta do Cruesp nesta data-base visa ao enfraquecimento da organização conjunta dos trabalhadores (...) e é somente um passo de um projeto maior de desmonte e privatização da universidade pública”.
Por isso, e pelo que (não) ficou acertado na primeira reunião de negociação entre os
funcionários e a comissão da REItoria , após o término da greve, e que de concreto só agendou uma nova reunião para o começo de agosto, também concordamos que: “é o momento de reorganizar as forças e preparar a retomada da mobilização no segundo semestre, pela continuidade das negociações em torno da pauta unificada e pela isonomia”.
Todos nós sabemos que a arrecadação do ICMS superou as expectativas e não existe nenhum argumento para o não atendimento de nossas reivindicações nesse segundo semestre.
A própria reitoria reafirmou a disposição em conceder a referência, portanto: Toda a categoria está acompanhando essa negociação!
SOLIDARIEDADE ATIVA AOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO
Os trabalhadores do judiciário estadual e federal, em greve há mais de dois meses, aprovaram noultimo dia 8/7 a manutenção do movimento, em mais um exemplo de duras greves que cruzam o país, apesar do clima festivo da Copa do Mundo e da passividade e do conformismo social que abarca a grande maioria dos trabalhadores do país, reféns das direções burocráticas, governistas e traidoras que impedem que a nossa classe lute pelos seus direitos, no momento em que até o Presidente Lula, ex-sindicalista, manda cortar o salário dos trabalhadores do funcionalismo público.
Nesse sentido, nossa greve foi um exemplo aos demais trabalhadores em luta no país, por ter conseguidoreverter o desconto dos dias em greve, pautando a necessidade de organizarmos uma ampla Campanha Nacional pelo Direito de Greve, e que já começa a surtir efeito, como demonstra a decisão do STJ que proíbe corte de vencimentos de grevistas do Ministério do Trabalho e Emprego. Essa decisão é muito similar ao parecer expedido pelo Juiz do Trabalho e Prof. da USP, Jorge Luiz Souto Maior, que condenou
o corte arbitrário, cujo a reitoria da USP tentou nos impor.
Por isso, é fundamental a participação de uma representativa delegação dos trabalhadores da USP noato/assembleia que ocorrerá na Praça João Mendes, nessa quarta-feira 14/7, levando toda a solidariedade de classe à esses bravos trabalhadores que na semana passada foram brutalmente reprimidos pela polícia de Serra/Goldman, na perspectiva de unificarmos nossas lutas e, a partir dos exemplos que demos de luta radicalizada pelo direito de greve, reivindicarmos dos nossos sindicatos e centrais sindicais, em especial a Nova Central dirigida pela esquerda, uma ampla campanha pelo
direito de greve e em defesa do funcionalismo público, gratuito, de qualidade e a serviço da maioria da população.
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| 06/07/2010 |
| Negociação do dia 5/8 - Respostas adiadas |
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Ontem (5/7), ocorreu a 1ª negociação da pauta específica entre a Comissão de negociação da reitoria e a Comissão dos trabalhadores da USP, que conforme havia ficado acertado no acordo de fim de greve, seriam priorizados os itens econômicos: uma referência na carreira e auxílio alimentação.
Após 3 horas de discussão, a reitoria reafirmou a disposição em conceder a referência, entretanto, declarou que há necessidade de uma avaliação de como essa questão será implementada na carreira dos funcionários. Uma posição mais definitiva deverá ser apresentada na primeira semana de agosto, a princípio em uma reunião no dia 2 de agosto.
Quanto ao auxílio alimentação, os representantes da reitoria pediram que os trabalhadores apresentassem seus argumentos, após ouvi-los ficaram de trazer uma contraproposta também na próxima reunião.
O calendário de discussão dos demais pontos da pauta específica será definido no dia 2 de agosto.
Toda a categoria está acompanhando essa negociação.
Dia 7/7 – Reunião do Comando de Mobilização, às 17h30, no Sintusp |
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| 01/07/2010 |
| UMA GRANDE BATALHA - A GUERRA CONTINUA |
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Ontem, viramos mais uma página do livro da história de luta dos trabalhadores da Universidade de São
Paulo, história da qual muito nos orgulhamos.
É claro que estamos nos referindo a aqueles que estiveram e estão SEMPRE NA LUTA, conscientes
de que isso é parte de uma luta maior, de todos os
trabalhadores, a luta de classe.
Temos consciência do tamanho e da força do inimigo
e, do que ele representa e por isso mesmo, da grandeza
de nossa luta.
O que enfrentamos é um projeto de desmonte das
instituições públicas, da educação, da saúde,
previdência pública, de desvalorização e retirada de
direitos dos trabalhadores, que se manifestaram de
formas variadas, tais como, privatização, terceirização,
arrocho salarial, diminuição de verbas, quebra da
isonomia entre funcionários e professores, etc.
Na Campanha Salarial desse ano, a quebra da isonomia
a partir do rompimento de um acordo assinado em 1991
entre Cruesp e Fórum das Seis, que estabelecia a
isonomia como princípio da política salarial.
Com essa grande luta não obtivemos a restauração da
isonomia com os professores, entretanto, a força da
nossa resposta certamente fará com que Rodas,
Fernando Costa e Herman, pensem 10 vezes antes de
dar qualquer reajuste maior para professores como
fizeram esse ano. Não o farão, saiu muito cara a conta
que pagaram por esse ataque aos trabalhadores. |
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