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03/06/2011

Celebramos, neste torneio, a memória do nosso querido Rocha, imprescindível na nossa formação humana de matemático e físico educadores  (Alberto Luiz da Rocha Barros São Paulo, 1930/1999)

Rocha Barros – Rocha de firmeza, de persistência e permanência, de intransigência em relação aos princípios e à dignidade; Barros de flexibilidade, de compreensão, de compartilhamento, de paciência, de ternura. A combinação destes dois contrários, que o Che sintetizou na fórmula endurecimento com ternura, não é tarefa fácil, mesmo para aqueles que desejam verdadeiramente fazê-la. E o nosso querido mestre fez o que anunciava no nome: combinou a Rocha das muralhas da China com os Barros da cerâmica marajoara e produziu em sua vida o “homem novo” que o guerrilheiro argentino cubano ilustrou com as tintas do seu próprio sangue. O “novo” tão almejado é, na verdade, tão velho quanto a espécie: trata-se do homo Humanus, um animalzinho muito raro que, nestes tempos do “pós-moderno”, está em extinção acelerada.

O “Rocha”, como o chamávamos, deixava-se conhecer primeiro pelo Barros: sua gentileza, seu humor e ironia finos, sua discreta inteligência viva, sua humilde erudição, sua sincera admiração e profundo respeito pela vida simples dos trabalhadores. A dureza da Rocha só se revelaria, de modo muito sutil e gradual, no decorrer do tempo. Só depois de muita convivência é que as pessoas mais atentas perceberiam que aquele barro não era manipulável, que aquela gentileza não era omissão, que aquela condescendência e compreensão não eram pusilanimidade.

Conhecemos o Rocha em julho de 68, na ocupação estudantil do prédio da Faculdade de Filosofia da USP da rua Maria Antonia, no curso de “Dialética da Natureza” que ele ali ministrou. Docente do Instituto de Física daquela universidade, aluno dileto de Mário Schemberg6, ele sintetizou no curso os três grandes materiais que herdou do mestre: um profundo conhecimento de física, uma vasta cultura universal e uma prática profundamente humana e comprometida com as lutas do seu tempo pela emancipação do trabalho. Com ele formamos o conceito de ciência que nos acompanha até hoje e que, sem dúvida nenhuma, inspira-nos em todas as atividades que realizamos no campus da universidade que lhe era tão querida:

(1) Síntese de toda a cultura humana, criação do trabalho de toda a humanidade, a ciência só pode ser compreendida enquanto concepção do humano, isto é, enquanto narrativa da jornada em que a espécie se fez e continua se fazendo humana;

(2) A ciência enquanto produto do trabalho humano, apresenta um duplo aspecto: o primeiro se situa no próprio ambiente intelectual que a humanidade criou para produzi-la – é o aspecto interno (ou internalista); o segundo se encontra no movimento geral do trabalho que cria aquele espaço especial e que nele vai buscar os conhecimentos gerais para a prática produtiva – é o aspecto externo (ou externalista);

(3) Contrários da mesma unidade Ciência, internalismo e externalismo se atraem e se repelem e não guardam entre si uma relação mecânica. É o trabalho humano que os combina em sua desigualdade buscando priorizar sempre o seu desenvolvimento interno pois é nele que encontra subsídios e pistas para problematizar a vida e solucionar as questões colocadas. Este internalismo da ciência pode ser “apanhado” e compreendido pelos seus movimentos conceituais ou, como Rocha os nomeava, pela História dos conceitos.

            De julho de 68 até fevereiro de 99 (data do seu falecimento) fomos alunos deste Cientista educador cuja pedagogia e didática iam muito além da sala de aula, “invadindo” afetuosamente os espaços interpessoais da amizade, desprezando os títulos e as classificações que caracterizam a vida acadêmica. Esta, em represália, devotava-lhe um ódio que se manifestava em intrigas, calúnias e rebaixamentos para os quais o Rocha não ligava a mínima. O seu elemento por excelência era a conversa que, por sinal, é também o aspecto central de toda ação educativa. Grande conversador, paciente, generoso, respeitoso ao contraditório, Rocha ensinava Ciência em sua dimensão humana, indicando as leituras de Bento de Jesus Caraça7, Einstein8, Bernal9, Engels10, David Bohn11 entre outros e acompanhando-as em cada vírgula, em cada ponto. Cada conceito que ele nos ensinava gravava-se em nossa mente através do seu sorriso, às vezes irônico mas nunca agressivo, e todas as vezes alegremente espontâneo. Esta foi, certamente, a sua lição mais fecunda: sem afeto, não há conhecimento.

 

e de tudo enfim que é produzido pelo trabalho humano está o próprio humano, condição sine quae non para existência do trabalho e da própria espécie. Trata-se de uma matéria que não se aprende (ou se “apreende”) na escola e muito menos na academia, pois somente o humano vivo ensina o humano universal.

e único na história das produções matemáticas, o que o torna um clássico indispensável, leitura obrigatória para quem quer compreender o processo de criação científica. Militante comunista, foi perseguido pelo fascismo salazarista até ser preso pela sinistra PIDE (polícia política) e demitido da sua função de professor catedrático do ISCEF em 1946. Talentoso, empolgava os alunos no gosto pelo estudo e criava e cultivava amizades numa convivência fraterna e permanente. Culto sem ser elitista, atacava o monopólio cultural das classes dominantes propondo o caminho da criatividade e da fruição culturais pelo povo. Valorizava o papel do indivíduo e, por isto, preocupava-se com a própria e contínua inserção nas realizações coletivas. Homem de profundas convicções, refletia e incitava os outros a refletirem, respeitava as opiniões diferentes, era sereno na controvérsia. E porque confiava no futuro, acreditava na juventude, convivia com os jovens, que com ele conversavam e passeavam. Morreu em Lisboa em 1948, aos 47 anos de idade. O seu funeral transformou-se numa impressionante manifestação de pesar e de homenagem sentida a um dos maiores vultos da intelectualidade portuguesa.

comprovação importante de que não há aprendizagem criativa sem educação e não há educação sem a formação de coletividades. O resultado desta participação foi a intensa, profunda e ampla produção científica do jovem Einstein enquanto esteve vinculado à esta coletividade. Nestes anos ele produziu a teoria da relatividade restrita e as bases da relatividade geral que sistematizaria alguns anos depois. Depois que se desvinculou deste círculo (e também de Mileva) Einstein nunca mais atingiu tal grau de produção e criatividade. Naqueles anos de fertilidade científica o jovem Albert produziu os conceitos que comporiam a teoria da relatividade: “quanta”, “a natureza atomística do movimento browniano” e a relatividade geral dos movimentos a partir da velocidade da luz”. Em 1905 propôs a ideia dos "quanta de luz" (os atuais fótons) que explicou o efeito fotoelétrico.  Este  conceito negou a teoria ondulatória da luz subjacente às equações de Maxwell e propôs, em seu lugar, que a luz era composta por partículas de matéria (massa ou energia) que chamou de quanta. No mesmo ano explicou o movimento browniano enquanto evidência experimental da existência dos átomos. Ainda neste ano de incrível produtividade em sua vida, ele escreveu uma teoria sobre a eletrodinâmica de corpos em movimento que ficou conhecida como teoria da relatividade restrita. Nela negou o caráter absoluto do tempo e do espaço, estabelecendo uma relação entre estes conceitos a partir do axioma de Galileu de que as leis da natureza são as mesmas para todos os observadores que se movem a uma velocidade constante relativamente uns aos outros; o outro, a ideia de que a velocidade da luz é a mesma para todos os observadores. A velocidade da luz seria, assim o referencial geral mais possível para o homem tomar em sua observação do universo. Como consequencia desta teoria, Einstein criou o conceito de massa inercial formulado pela relação entre a massa e a energia: E = mc2. Esta equação esteve na base de construção das bombas nucleares. Em 1915, Einstein apresentou a sua teoria da relatividade geral que estabelece que todos os observadores são equivalentes, e não só aqueles que se movem a velocidade uniforme. A gravidade deixa de ser considerada uma força e passa a ser uma consequência da curvatura do espaço-tempo. Em 1926 escrever para Max Born: "A mecânica quântica está a impor-se. Mas uma voz interior diz-me que ainda não é a teoria certa. A teoria diz muito, mas não nos aproxima do segredo do Velho (the Old One). Eu estou convencido que Ele não joga aos dados. Einstein não acreditava que, na sua essência, a realidade fosse aleatória.

Com a ascensão do nazismo na Alemanha, Einstein, é avisado por amigos de que será assassinado. Segue então para os EUA onde se torna professor de física teórica no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, Nova Jersey. Permaneceu aprisionado nesta “gaiola de ouro” e, graças ao alheamento que ali viveu, deu o seu apoio em 1941 ao Projecto Manhattan criado pelos militares estadunidenses para a produção da primeira bomba atômica. Destes descaminhos se arrependeria amargamente a ponto de declarar, no final da sua vida que, se pudesse, faria tudo diferente do que tinha feito.

A partir de 1950 passou a ser vigiado pelo FBI sob a acusação de pertencer ao Partido Comunista. Nos seus arquivos  consta a avaliação final de que o cientista era "inadmissível para os Estados Unidos porque cria, aconselhava e ensinava uma doutrina anarquista, além de ser membro e afiliado a grupos que admitiam actuar ilegalmente contra os princípios fundamentais do governo organizado". Para Einstein "o Homem é livre de fazer o que quer, mas não é livre de querer o que quer". Ou seja, o Homem age sempre de forma compulsiva, sem uma verdadeira liberdade posto que todos os seus actos são determinados pelas leis da natureza.

Rocha considerava os escritos de Einstein sobre o processo de formação do conhecimento a partir da intuição como a teoria mais próxima do processo de produção científica. Einstein considerava a imaginação (leia-se intuição) mais importante que o conhecimento. Por isto inventou as suas famosas experiências mentais nas quais manipulava, “como se fosse um Deus”, as forças e os elementos primordiais do universo. Aos dezesseis anos de idade realizou a sua primeira experiência mental, visualizando-se uma viagem lado a lado com um feixe de luz. O que em Einstein era puro exercício de imaginação e criatividade manifestou-se, em muitos outros físicos, como exercício de arrogância, com os dito cujos assumindo a postura de testemunhas oculares do big bang que assistiram na condição especial de assessores de Deus para assuntos de gênese do universo e da matéria. O que em Einstein era intuição, nos “deuses da física” é puro surto. Para Einstein “a busca da realidade é mais importante que a sua posse”; já as testemunhas do big bang vivem na fé de que a possuem e que ela come em suas mãos. O elogio à intuição e a criação doconhecimento é o ponto comum que une os “seis gigantes”: Schemberg, Bernal, Einstein, Engels, Caraça, Bohn e o próprio Rocha. O livro de Einstein mais indicado pelo nosso mestre era “Notas autobiográficas”.

“A ciência na História”, que fazia  parte da bibliografia indicada  por  Rocha   Barros,  ainda  que  este  não compartilhasse da sua concepção externalista que identificava a determinação social na produção científica. Para o Rocha a história da ciência de Bernal oferecia uma incrível erudição sobre o tema e a mais completa descrição das criações tecno-científicas que marcaram a evolução da espécie. Contribuiu para a luta contra o nazismo participando da invenção dos chamados portos pré-fabricados Mulberry, utilizados no desembarque da Normandia (Dia D).

e generoso, Engels foi e continua sendo, sem dúvida alguma, um ser humano imprescindível (Brecht). Dele Rocha indicava principalmente os livros Anti Dhuring, e Dialética da natureza.


23/05/2011


23/05/2011

O Jogo: A Poli começou bem no jogo e fez um melhor primeiro tempo, que terminou lhe dando a vantagem de 2x0. O IEE começou o segundo tempo com vontade e chegou ao empate de 2x2. O jogo ficou então renhido, com os dois times ameaçando desempatar até que a Poli conseguiu faze-lo. O IEE foi p’ra cima tentar novamente o empate mas, num contra ataque a Poli conseguiu fazer mais um gol selando o resultado final em 4x2.

Destaque no bom humor: Anísio da Poli se preparou para matar a bola no peito, mas a pelota foi mais rápida do que ele e o jogou no chão – fica a pergunta: quem matou quem?

Destaque no mau humor: Julião da Poli se recusou a sair de campo quando o técnico indicou a sua substituição; em resposta falou tanto palavrão que até a bola ficou chateada.

Destaque na bola: na Poli o camisa 5, Marcio; no IEE o camisa 9, Marcelo.


23/05/2011
Chave Perclides 1ª Rodada 7/05

Primeiro jogo:

HU 1  x   Família Odonto 0

 

Segundo jogo:

Veterinária 5 x   ICB 5

Relatório: José Luiz ICB

O Jogo: Tudo dentro do esperado as equipes uniformizadas em cores diferentes, um placar elástico com 10 gols, nenhuma falta onde o árbitro precisasse ser mais enérgico, ambiente amistoso e educado. Os jogadores participaram bastante entusiasmados para um novo recomeço nos gramados, fora do peso, sem condicionamento, mas com muita vontade. Valeu a pena ver a alegria e a satisfação estampadas nos rostos de cada atleta. O placar foi justo. A arbitragem foi imparcial: as faltas claras foram apitadas e não houve má fé. Um engano ou outro aconteceu e a nota que lhes dou é 8,5.

Destaque na bola: Os goleiros das dias equipes (12 no ICB e 1 na Veterinária) contribuíram para que nenhuma equipe saísse vencedora.


23/05/2011


20/04/2011
Torneio CUEBLA-USP 2011


 

I. Participantes

Para possibilitar a participação ampliada, a reunião preparatória aconteceu em duas etapas: às 17:30 horas no GFFEA e às 20 horas na AFFO. Estiveram presentes na reunião os representantes das seguintes entidades e Associações Livres (AL são times formados sem a formalização de entidade):

(1)               Grêmio dos trabalhadores da Faculdade de Economia e Administração

(2)               Moradia Ocupada/CRUSP

(3)               Centro de estudos e trabalho em educação, arte e cultura (CETEAC)

(4)               Sintusp – Secretaria de Esporte

(5)               Atlética – IF

(6)               Associação dos formados da faculdade de Odontologia (AFFO)

(7)               Associação dos Amigos do Clodoaldo

(8)               Associação dos formados da FFLCH

(9)               AL ECA

(10)           AL IAG

(11)           AL IQ

(12)           AL FEA

(13)           AL Cepeusp

 

O seu caráter preparatório se realizou nos seguintes temas:

(1)               Objetivos

(2)               Formato do Torneio

(3)               Critério de participação

(4)               Participação na segunda fase do torneio amador

(5)               Modelo e critérios para a seleção dos melhores jogadores do torneio

(6)               Custos

(7)               Entidades Uspianas

(8)               Entidades esportivas

(9)               Cronograma

 

II. Objetivos do Torneio

O torneio Cuebla/USP está inserido na primeira fase do torneio amador da cidade de São Paulo que é desenvolvido à cinco anos pelo convênio SEMEPMSP-FPF (Secretaria Municipal de Esportes da Prefeitura Municipal de São Paulo e Federação Paulista de Futebol). A SEME fornece os recursos financeiros e os equipamentos esportivos municipais (CDM) para a realização do campeonato em suas duas fases.

A primeira fase é coordenada pela Cuebla (Central de Unificação das Entidades de Base e Ligas Amadoras) e envolve aproximadamente duas mil equipes da Cidade. Destas se classificarão cem representações para participar da segunda fase, que se inicia em setembro, aí então coordenada pela FPF que conta com o patrocínio da cerveja Bhrama, daí o torneio ser mais conhecido, nesta fase, como Copa Bhrama.

Nesta primeira fase a Cuebla concede autonomia de organização para as ligas e entidades locais. Isto possibilita que, no caso da USP, possamos (entidades, associações e pessoas uspianas) estruturar a nossa participação dentro das nossas condições e objetivos, com a Cuebla fornecendo a arbitragem e a administração técnica do torneio. No espaço desta autonomia a coordenação uspiana do torneio propõe os seguintes objetivos:

Objetivos do torneio Cuebla-Usp

     1. Considerando que o futebol é

  • A mais democrática das modalidades esportivas, pois não exige pré requisitos orgânicos de altura ou de peso;
  • A mais simples das modalidades esportivas, pois não exige equipamento especial além de um espaço físico mínimo e uma bola;
  • O mais coletivo dos esportes, pois exige a combinação permanente e contínua dos seus onze participantes;
  • A mais apaixonante das modalidades esportivas, pois possibilita a identidade local dos moradores da vizinhança com a equipe representativa num processo de formação de coletividades;
  • A modalidade esportiva mais marcante na civilização brasileira;
  • A modalidade esportiva mais popular em nossa terra;
  • A mais indissolúvel das relações entre cidade e campo;
  • Profundamente afetivo posto que faz emergir no consciente os instintos eróticos e destrutivos, possibilitando que o pensamento coletivo e pessoal atue sobre eles para transformá-los nas funções psíquicas superiores da generosidade, fraternidade e do cuidado recíproco;
  • Um espaço humano propício para o desenvolvimento da arte (na sua expressão corporal individual e coletiva) e da oralidade;
  • Uma fluência contínua que permite o ensaio de hipóteses e teses, contribuindo assim para a formação do pensamento técnico, escrito, matemático e científico.
  • Um movimento educativo que propicia os encontros humanos em suas formas mais simples e diretas.

 

      2. Considerando que o futebol não é

  • Um espaço de liberação de violência e sim de sua contenção e substituição por práticas coletivas agregadoras, de harmonização e combinação das personalidades;
  • Fonte de trabalho escravo infantil ou juvenil e sim processo educativo constituinte para a formação da infância, da adolescência, da juventude, da maturidade e da velhice;
  • ·         Uma relação de exploração e de opressão do homem pelo homem;
  • Propriedade privada de ninguém e sim um patrimônio da humanidade.

 

       3. Propomos a prática de futebol na Universidade de São Paulo no ano de 2011 que promova

  • ·         o encontro humano de docentes, trabalhadores, estudantes e formados e aposentados de todas as unidades da Universidade;
  • ·         a mater-paternagem destes em relação à sua descendência;
  • ·         o encontro da universidade com o trabalho paulista para a reconstrução humana da cidade e do Estado de São Paulo enquanto unidades participantes da federação brasileira e produtoras da reprodução da espécie.
  • o encontro humano da Universidade com o trabalho humano em todas as suas dimensões, com a civilização brasileira e com a humanidade;

      4. Que esta prática seja articulada e orientada pela integração máxima

  • de todas as entidades representativas de todos os docentes, trabalhadores, estudantes, formados e aposentados da Universidade: Adusp, DCE, Sintusp, Centros Acadêmicos, Ligas Atléticas, Grêmios e associações;
  • de todas unidades e direções acadêmicas que se sensibilizam com os princípios aqui descritos;
  • de todas as personalidades, uspianas ou não, dispostas a participarem da luta contra a barbárie e pela retomada da civilização brasileira;
  • de todas as entidades esportivas educacionais que se mantém livres da perversão do futebol mercantil, entre as quais se destaca a Cuebla (Centro Unificado das Entidades de Base e das Ligas e Associações).

 

 

     2. Das faixas etárias

  • O torneio acontecerá através de duas categorias etárias – o sobre-17 e o sobre-35. Do primeiro só participam atletas com 18 anos (completados no ano) ou mais e do segundo só podem participar atletas com 35 anos (completados no ano) ou mais.
  • As equipes do sobre-35 podem inscrever até 6 atletas com idades entre 25 e 30 anos (completados no ano) e, jogando só podem estar no máximo 2.
  • Na chave I jogarão as equipes do sobre 17 e, na chave II, as equipes do sobre 35.
  • Os grupos das chaves serão formados a partir dos critérios de afinidade etária, do período de tempo comum disponível e pelo uso dos campos.

     3. Da Final

  • A final acontecerá entre as seleções dos melhores jogadores de cada chave (vide Método e Critérios para a seleção dos melhores jogadores do torneio).

III. Critério de Participação

  • Consideramos como “uspianos”:

         - Todos docentes, pesquisadores, trabalhadores (efetivos, terceirizados, empregados de fundações originadas da USP) e estudantes (de graduação e pós graduação);

         - Todos os parentes de descendentes diretos dos descritos anteriormente;

         - Todos ex-alunos e formados da USP.

          - Todas as pessoas que participam dos trabalhos educacionais ou operacionais de extensão universitária da USP.

  • Todos os “uspianos” estão aptos para participarem do torneio.

 

IV. Representação na segunda fase no torneio Amador (FPF)

  • A USP será representada na segunda fase por duas equipes que levarão os nomes fantasia Uspiano e Gefusp.
  • Estas equipes, que inclusive vão fazer a final USP, serão formadas a partir da seleção feita na avaliação que acontecerá ao longo do torneio (vide Método e Critérios para a seleção dos melhores jogadores do torneio).
  • Apenas participarão destas seleções atletas que tenham se inscrito a primeira fase do torneio.
  • Os atletas que forem selecionados para a participação das equipes representantes da USP na fase do torneio amador/FPF deverão assumir o compromisso de participarem (treinos e programas de preparação física e alimentar) do período de preparação que se estenderá desde o início de agosto até o final da participação neste torneio bem como de participação de todos os jogos.

 

V. Modelo e critérios para a seleção dos melhores jogadores do torneio

  • Antes do início de uma partida os responsáveis (coordenador, técnico ou capitão) de cada equipe receberão uma folha com os critérios da avaliação (vide anexo 1) que farão dos jogadores adversários; esta avaliação deverá ser devolvida preenchida, ao final do jogo.
  • O preenchimento da folha de avaliação será feito com a marcação de uma das três opções para cada critério; as três opções, pontuadas em -1 (contrária); 0 (indiferente); +1 (favorável), permitirão que, ao final da fase das chaves, sejam somadas as avaliações e, com elas indicados os melhores atletas para cada posição.
  • O critérios ou os jogadores que não forem avaliados (permanecerem em branco) serão considerados como indiferentes.
  • Os critérios de avaliação definidos são: Técnica, Disciplina, Esportividade, Coletivismo, Criatividade, Aptidão Física, Fundamentação, Determinação.

 

VII. Custos

  • O custo inicial, imposto pela Federação Paulista de Futebol, é de setenta reais por time para que este se cadastre em relação à segunda fase do torneio.
  • Para fazer frente aos gastos que tivermos com premiação (e outros extraordinários) pretendemos realizar duas festas culturais no campus – a primeira em 6 de maio e a segunda, festejando o encerramento da fase interna, em 24 de junho.

 

VIII. Entidades Uspianas

  • As duas entidades esportivas da USP/SP, a LAAUSP (Liga Atlética Acadêmica) e a LAFUSP (Liga Atlética dos Funcionários) foram convidadas a participar diretamente da organização do torneio mas se recusaram ambas alegando que as suas prioridades são os interesses específicos dos seus representados.
  • SINTUSP, ADUSP e DCE manifestaram o seu apoio ao torneio dados os seus objetivos serem os do Futebol Educacional.
  • Aguardamos a manifestação de apoio dos Grêmios, das Atléticas e Centro Acadêmicos; certamente aqueles que já participam da organização do torneio, as Atléticas do Instituto de Física e da Escola de Educação Física e o Grêmio dos Funcionários da FEA tem, nesta participação, a demonstração da sua efetiva concordância com a realização do torneio.
  • A direção do CEPEUSP tem apoiado a realização do torneio e fez todos os esforços para que ele se realizasse com todos os seus jogos em suas dependências no ano passado. Neste ano o diretor já manifestou o seu apoio e aguarda uma reunião com a comissão coordenadora para o estudo das disponibilidades de uso dos campos. Neste sentido será de grande ajuda que todas as entidades que tem treinos no cepeusp liberem alguns horários para a realização dos seus jogos. Os jogos que não puderem ser realizados no Cepeusp serão encaminhados para os CDCs (Clubes desportivos da comunidade – equipamento municipal) do entorno da cidade universitária.  
  • Ainda que a Cuebla tenha disponibilizado vários campos de futebol municipais no entorno da USP, os uspianos preferem jogar na sua praça esportiva. No ano passado a participação dos formados e ex-alunos como também dos trabalhadores terceirizados só foi possível graças ao apoio decisivo das Entidades uspianas. Para este ano este apoio vai se repetir de forma mais ampla, com mais entidades que, agora, se apresentam sensibilizadas pelos objetivos de extensão universitária (uma das três missões da USP: ensino, pesquisa e extensão) que deve priorizar as relações da universidade com a sociedade.

 

IX. Entidades Esportivas

A CUEBLA tem sido a mais importante entidade paulista de apoio e desenvolvimento ao esporte em geral e ao futebol em particular, nos aspectos que educacionais e humanos que estes devem ter antes e acima de tudo. A nossa identidade em objetivos com esta entidade é total. Sob a direção do professor Astolfi, personalidade histórica do esporte brasileiro e, particularmente, do nosso futebol, a CUEBLA, mais que merecer, precisa do nosso e de todo o apoio para que permaneça existindo neste rumo e rota. Ela tem sido a via mais segura e confiável de parceria com a institucionalidade esportiva oficial, destacando-se aí a SEME-PSMP. Os jogos serão realizados nos campos do Cepeusp que forem disponibilizados pela sua direção e nos campos dos CDMs do entorno.

 

VIII. Cronograma

30/03 – encerramento das inscrições.

31/03 – realização do congresso técnico as 18 horas no Grêmio da FEA. A participação de pelo menos um representante da equipe bem como a entrega dos documentos (Lista dos atletas, Ficha de Inscrição, Ficha de Cadastro) e do pagamento da taxa de setenta reais constituem condições para a participação no torneio. As entidades que tiverem CNPJ deverão trazer os seus estatutos e a ata de fundação; as Associações Livres estão dispensadas desta obrigação.

04/04 – Início do torneio.

06/05 – Primeira Festa

16/06 – Início das Semifinais.

19/06 – Final

28/06 – Festa de Encerramento

                            Comissão Coordenadora Cuebla/Usp

.Uma vez uspiano, sempre

 

equipes que confirmaram participação:

 

(1) MClodoaldo - (uspianos veteranos - representante Luiz)

(2) Atlética da Física - (Estudantes - representante Enzo e André)

(3) Moradia Ocupada - Crusp (Estudantes moradores do crusp - representante Lucas)

(4) Affo - (formados odonto - representante Rafael)

(5) São Remo (extensão educacional - representante Mariano)

(6) Eca  (formados ECA - representante Carlos Padeiro)

(7) FFLCh  (formados e estudantes da fflch - representante Rodolfo)

(8) Guarapiranga (extensão educacional - representante gilmar)

(9) FAUUSP (Funcionários da Fau - representante André)

(10) FAC -(Filosofia atlético Clube do grêmio da filosofia - funcionários da FFLCh - representante Ben hur)

(11) IEE (funcionários do IEE - representante: Seanol)

(12) Fea (funcionários da fea - representantes: Jorge e João)

(13) Odonto (funcionários da odonto - representante: Leandro)

(14) Atlética da Bio (Estudantes - representante Caian)

(15) Associação do Funcionários da Cocesp (representante Ezequiel)

 

 


 
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