12/04/16

Grande paralisação

A paralisação do dia 31 de março foi a abertura da Campanha Salarial Unificada 2016, de Funcionários, professores e estudantes da USP, Unesp e Unicamp.

A pauta unificada foi protocolada na reitoria e contou com um grande ato público de funcionários e estudantes da USP. A participação de tantos manifestantes deve ter incomodado muito o reitor Zago, que para cercear a manifestação implantou bloqueios em todas as vias de acesso à reitoria com, caminhões pipas, ônibus e viaturas, tudo em vão.

A indignação dos funcionários e estudantes da USP era expressa em cada fala. Contamos também a participação massiva dos estudantes e professores da Escola de Aplicação, que sofrem com a falta professores, assim como  materiais primários.

O tempo todo a frase "Não tem arrego" era mencionada, indicando que não aceitaremos o desmonte da universidade, o arrocho salarial, a ausência de uma política efetiva de permanência estudantil (nos últimos tempos Zago tem cortado auxílios imprescindíveis para os estudantes)e a destruição da carreira docente com o fim do RDIDP.

Agora, todas as unidades estão realizando suas reuniões para discutir o indicativo de greve por tempo indeterminado, em assembleia no dia 5 de maio, quando faremos nova paralisação.

A irritação do reitor foi expressa  através de atitudes antissindicais, o Sintusp não pode mais afixar faixas pelo campus, diretores do Sindicato receberam mais 3 processos judiciais e, por último o ofício notificando que devemos abandonar nossa sede (espaço que ocupamos há 50 anos) em 30 dias, com ameaça de medidas judiciais, leia-se reintegração com violência policial.

Resistiremos! Não sairemos da nossa sede!

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