Manchetes

04/04/17

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO

Acompanhe o texto original do Acordo Coletivo de Trabalho que foi assinado pelo Sindicato dos Trabalhadores da USP

Clique aqui e leia o PDF do acordo

 

 
21/02/17

Sustentabilidade?!

CO vai votar limites de gastos com pessoal, acima dos quais os salários, benefícios e contratações permanecem automaticamente congelados e reitoria pode demitir inclusive servidor estável!

 

A reitoria colocou na pauta da reunião desse dia 21/2 uma proposta de "Parâmetros de sustentabilidade da Universidade de São Paulo" que determina que se os gastos da USP com pessoal estiverem acima de 80% não pode haver nenhum reajuste de salários ou benefícios e nenhuma contratação, entre outras restrições, e que se estiverem acima de 85% a diferença deve ser eliminada em até um ano, através dos mecanismos do artigo 169 da Constituição Federal, que determina a exoneração dos servidores não estáveis e, se não for suficiente, prevê a possibilidade de demissão de servidores estáveis! Se isso for aprovado, essas medidas, e outras, entrarão em vigor em 2022. Até lá, valeriam a partir de já outras restrições, entre elas que nenhum reajuste pode passar de 90% do crescimento do repasse do Tesouro do Estado pra USP, e esse crescimento tem sido baixíssimo, e que a reposição de funcionários não pode passar de 40% daqueles que saiam, e sem contar aí os PDVs!

São medidas brutais para descarregar a crise da reitoria sobre os trabalhadores! Não podemos aceitar! 

Clique aqui PARÂMETROS DE SUSTENTABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA USP e leia o documento

13/12/16

RESISTIREMOS AO DESPEJO

 

[clique na frase] MANIFESTO CONTRA O DESPEJO DO SINTUSP 

 

Na linha da onda repressiva aos direitos trabalhistas que assola o país, aproveitando-se do abalo das bases democráticas, a direção da USP levou adiante de forma radical seu projeto, declarado no início da gestão do atual Reitor, de eliminar o sindicalismo da universidade.

Primeiro, por meio de um Ofício, emitido em 06 de abril deste ano, a direção da USP conferiu um prazo de 30 (trinta) dias para que o Sindicado dos Trabalhadores da USP (SINTUSP) deixasse o cômodo que ocupa no campus.

A comunidade uspiana reagiu e, aparentemente, a direção da Universidade havia desistido de cometer esse desatino.

No entanto, na sexta-feira passada, dia 09 de dezembro, aproveitando-se mais uma vez do período das férias, como já se tornou tradição na USP, para o cometimento de atos arbitrários, a Reitoria obteve decisão judicial liminar para a promoção, mesmo por via militar, do despejo do Sintusp da sede que ocupa nas dependências da universidade.

Como já expresso em Manifesto anterior, o SINTUSP ocupa referido local desde a sua fundação na década de 60 e o fez de forma consentida por todas as administrações da universidade em todos esses anos, inclusive a atual.

Se havia (e não há) alguma irregularidade jurídica na cessão efetivada, para a realização de uma atividade que é, aliás, essencial à dinâmica da universidade, pois que não há universidade sem trabalhadores, antes haver-se-ia que fixar punições de responsabilidade para todos os reitores, inclusive o atual, para somente depois se chegar à providência do despejo.

O local, além disso, é muito pequeno e possui instalações bastante precárias, não servindo, pois, certamente, a nenhuma atividade acadêmica ou administrativa da USP.

O ato da Reitoria não atende a nenhum fundamento jurídico administrativo, representando, pois, meramente, um ato antissindical.

Para tentar justificar o despejo, a Reitoria alegou existir uma necessidade acadêmica da Escola de Comunicações e Artes (ECA), onde o imóvel se encontra, mas a ECA, por intermédio de sua Congregação, em reunião realizada no dia 27/04/16, já deixou claro, em nota, que “não solicitou à Reitoria da USP a desocupação da sede do SINTUSP para efeito de reorganização dos espaços acadêmicos da Escola”.

Resta evidenciado, portanto, que o ato da Reitoria não passa de uma atitude de represália contra a ação sindical do SINTUSP, caracterizando-se, por isso, como um atentado à classe trabalhadora como um todo, o que é incompatível com a moralidade administrativa e o respeito à ordem constitucional.

Essa autêntica declaração de guerra da direção da universidade contra todos aqueles que lhe prestam serviços é, ao mesmo tempo, uma declaração de guerra contra a comunidade acadêmica.

Assim, os abaixo-assinados repudiam publicamente o ato da Reitoria da USP ao mesmo tempo em que recusam a legitimidade do ato, vez que contrário à própria razão de ser de uma universidade como fonte produtora e difusora de um saber voltado à elevação da condição humana, ao respeito da ética e contra todas as práticas arbitrárias e antidemocráticas.

São Paulo, 11 de dezembro de 2016.

28/11/16

ELEITA NOVA DIREÇÃO DO SINTUSP

A nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da USP foi escolhida em eleição realizada entre os dias 23 e 24 de novembro de 2016, em todos os campi da USP. A foto aqui reproduzida foi retirada logo após apuração, não registra todos os novos diretores e há apoiadores na imagem.

Veja todos os eleitos e suas respectivas unidades, a ordem abaixo descrita corresponde à ordem definida na inscrição da chapa:

Magno de Carvalho Costa - ECA
Claudionor Brandão -  PUSP - C (demitido político)
Neli Maria Paschoarelli Wada - HRAC
Solange Conceição Lopes - SAS
Rosane Meire Vieira Santos - HU
Alexandre Pariol Filho - FD
Marcello Ferreira dos Santos - SAS
Givanildo Oliveira dos Santos - HU (demitido político)
Anibal Ribeiro Cavali - FD
Giovanna Mara Mendonça Usai - FFLCH
Alessandra Pontual da Silva - IQ
Patricia Sayuri Tanabe Galvão - FFLCH
Adriano Brant Favarin - FO
Reinaldo Santos Souza - FE
Jaime Araújo Gonçalves - IP
Claudia Carrer Pereira - HRAC
Antonio Luis Madeiro - EP
Ony Rodrigues de Campos - ESALQ
Vitor José do Amaral Alves - EEL
Daniel Cândido dos Santos -  PUSP - SC
Sandra Regina de Oliveira Pedroso - HU
Zelma Fernandes Marinho - Demitida - ICB
Barbara Della Torre - HU
Allan Eleutério de Mello - PUSP - LQ
Diego Jesus Talarico Ferreira - ICMC
João Carlos Borghi Nascimento Bruder - FFLCH
Felipe Tomasi Cavalheri - DSO/SESMT
Antonio de Pádua Lima Souza - Cepeusp
Elaine do Amaral Godoi - Cepeusp
Luis Ribeiro de Paula Junior - PUSP - RP
André Luis Orlandin - PUSP – RP
Adigio Antonio de Oliveira PUSP – RP
Waldegiso Galvão de Albuquerque  - FE
Aurélio Siqueira da Silva - STI
Alexsandro de Souza Lira - IQ
Vitor José Belchior - FCF

 

02/06/16

Nota a respeito da ilegalidade do corte de ponto

 NOTA A RESPEITO DA ILEGALIDADE DO CORTE DE PONTO DOS SERVIDORES EM GREVE NA USP

Da consideração da greve como delito à sua transformação em direito fundamental social, foram necessários muitos anos.

A greve, enquanto direito fundamental, não pode ser violada a partir de restrições que sequer constam de norma infraconstitucional – sendo decorrentes apenas de interpretações inconsistentes da Lei 7783/89 (Lei de Greve).

Atento a esta questão e seguindo jurisprudência até o momento consolidada no Supremo Tribunal Federal:

RECLAMAÇÃO. CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. DETERMINAÇÃO DE PAGAMENTO DOS DIAS PARALISADOS EM MOVIMENTO GREVISTA. ART. 7º DA LEI N. 7.783/1989. ALEGADO DESCUMPRIMENTO DA SÚMULA VINCULANTE N. 10 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL: INOCORRÊNCIA. RECLAMAÇÃO JULGADA IMPROCEDENTE. [...] MEDIDA CAUTELAR INOMINADA. RESTITUIÇÃO DOS DESCONTOS DE DIAS TRABALHADOS EM RAZÃO DE GREVE. É pacífico o entendimento de que se cuida de verba alimentar o vencimento do servidor, tanto quanto que o direito de greve não pode deixar de ser titularizado também pelos servidores públicos, não havendo como pretender a legitimidade do corte dos vencimentos sem que se fale em retaliação, punição, represália ou modo direto de reduzir a um nada o legítimo direito de greve consagrado na Constituição da República. Reconhecida, na ação principal, a não abusividade do movimento paredista, defeso é o desconto dos dias paralisados. [...] II - Havendo mostras de que o movimento paredista derivou da inércia contumaz da alcaide do Município de Valparaíso de Goiás, que negava à composição dos interesses e direitos, de naturezas econômico-jurídicos, dos professores da rede pública municipal, como modo de alienação à força de trabalho, sendo dela a atitude reprovável, não se pode declarar abusiva greve que se arrima justamente na busca desses direitos negados e interesses desatendidos; movimento esse que se mostrou único meio de impulsionar a devida garantia constitucional. III - Apesar do art. 7º da Lei n. 7.783/89 dispor que a participação em greve suspende o contrato de trabalho, assentando a ausência de segurança quanto ao desconto ou não dos dias parados, certo é que, no caso em comento, o dissídio levantado em sede coletiva, cuja abusividade não se reconheceu, descabe o desconto dos dias não trabalhados [...]. (STF - Rcl: 11536 GO, Relator: Min. CÁRMEN LÚCIA, Data de Julgamento: 13/03/2014, Data de Publicação: DJe-054 DIVULG 18/03/2014 PUBLIC 19/03/2014).

Decisão: 1. Trata-se de reclamação constitucional, com pedido de medida liminar, ajuizada pelo Estado da Bahia, contra liminares proferidas pelo Tribunal de Justiça baiano nos autos dos Mandados de Segurança nº 0005885-97.2011.805.0000-0 e nº 0006403-87.2011.805.0000-0, que determinaram o pagamento regular da remuneração de professores grevistas, mesmo durante o período de paralisação. [...] Sustenta ter ajuizado ação civil

pública, para ver declarada a ilegalidade do movimento paredista deflagrado pelos professores de Universidades Estaduais da Bahia. O pedido de liminar foi concedido pelo juízo de primeiro grau, determinando o corte nos salários, levado a efeito pelo Estado. Após, foram impetrados dois mandados de segurança por distintas associações de professores, nos quais foram proferidas liminares no sentido de determinar o pagamento dos dias parados. [...]

Nesse plano, de acordo com o artigo 6º, §§ 1º e 2º, da Lei 7.783/89, observa-se que a negativa de pagamento dos salários aos professores não pode ser medida utilizada como meio de constranger o movimento grevista a findar-se. Tal medida, entretanto, poderia ser adotada pelo Poder Público quando verificada a abusividade do movimento, o que não se revela latente no presente caso, de modo que, sob análise precária, materializa-se legítima a pretensão liminar da impetrante conforme requerido na exordial” (grifo nosso). (STF - Rcl: 11847 BA, Relator: Min. JOAQUIM BARBOSA, Data de Julgamento: 13/07/2011, Data de Publicação: DJe-148 DIVULG 02/08/2011 PUBLIC 03/08/2011)

PROCESSO ELETRÔNICO

DJe-177 DIVULG 09/09/2013 PUBLIC 10/09/2013

Decisão

Decisão: Trata-se de pedido de suspensão de tutela antecipada formulado pelo Estado do Rio de Janeiro contra decisão proferida por desembargadora do Tribunal de Justiça daquela unidade da Federação nos autos do mandado de segurança 0045412-95.2013.8.19.0000.

A decisão impugnada deferiu a liminar requerida pelo impetrante, Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (SEPE/RJ), e determinou a suspensão de medidas administrativas tomadas pelo ora requerente em face da deflagração de movimento grevista. Entre as medidas suspensas por força da decisão liminar encontram-se a aplicação de falta aos servidores grevistas, o desconto remuneratório dos dias parados e a possibilidade de demissão por ausência de comparecimento ao trabalho.

O Estado do Rio de Janeiro sustenta que a decisão liminar impugnada representa grave ameaça à ordem e dano às finanças públicas.

Entre os argumentos apresentados pelo requerente está a alegação de que o pagamento dos dias parados representa afronta ao princípio da moralidade, bem como a apresentação de evidências que demonstrariam se tratar, no caso concreto, de greve abusiva, fenômeno apto a ensejar o corte de ponto dos dias não trabalhados.

Nessa linha de argumentação, o Estado do Rio de Janeiro alega que a paralisação é a décima quinta ocorrência de movimento paredista no período de apenas um ano e meio, e que as greves naquele estado da Federação coincidem com o calendário eleitoral do país.

O requerente aduz, também, que a paralisação não foi devida e previamente notificada ao poder público, tendo sido iniciada sem que tivessem sido esgotadas as negociações prévias sobre as demandas dos servidores.

Ao final, o Estado do Rio de Janeiro sustenta que não estão presentes os requisitos fáticos e jurídicos para a concessão da liminar no mandado de segurança e requer a suspensão da decisão impugnada, com fundamento no § 7º do art. 4º da Lei 8.437/1992.

É o relatório.

Decido.

A leitura da decisão impugnada revela que a fundamentação utilizada apoiou-se na existência de indícios concretos de retaliação pelo exercício do direito de greve. Leio:

No caso em tela, o impetrante comprovou, às fls. 52/53, 57/58 e 89/96, o preenchimento dos requisitos constantes da lei 7.783/89, não se verificando, a princípio, qualquer abuso do direito de greve a justificar o corte no ponto dos servidores e, o consequente desconto dos dias paralisados.

Ademais, configura-se claro o perigo de dano irreparável ou de difícil reparação na hipótese em comento, uma vez que, se trata de verba de caráter alimentar, havendo, inclusive, risco de perda do cargo por parte dos servidores, que aderirem ao movimento, destacando-se que, o documento de fls. 62 comprova a orientação, proveniente da Secretaria de Estado de Educação, para que seja atribuída falta aos profissionais grevistas.

Com efeito, a parte dispositiva da decisão liminar limitou-se a suspender a possibilidade de adoção de medidas administrativas contrárias ao exercício do direito de greve, tendo sido utilizada a devida cautela em vincular o exercício desse direito ao cumprimento dos passos previstos na legislação aplicável. Colho da decisão impugnada (grifei):

Ante o exposto, defiro a liminar para determinar que, as autoridades coatoras se abstenham de aplicar falta aos servidores grevistas, inclusive, nos dias de paralisação realizados com a notificação prévia da administração, assim como dos dias provenientes da greve deflagrada a partir do dia 08 de agosto de 2013, para todos os fins de direito, até decisão final, evitando-se assim retaliações a direitos estatutários e descontos remuneratórios nos contracheques dos servidores grevistas e sanções administrativas a titulo de demissão, preventivamente, sob pena de multa diária no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais).

Nesse contexto, entendo que não foi suficientemente demonstrada a presença dos requisitos jurídicos para o deferimento da medida de contracautela.

Como visto, a decisão liminar impugnada limitou-se a resguardar a possibilidade de exercício do direito de greve, desde que cumpridas formalidades legalmente exigíveis.

As questões relativas ao suposto caráter abusivo, e aquelas que dizem respeito à ilegalidade do movimento, pertencem ao julgamento de mérito do writ. Frise-se, neste ponto, que a argumentação do requerente na inicial não foi acompanhada de elementos concretos que permitiriam fundamentar a conclusão imediata pela existência de greve ilegal. Neste momento, não se afigura possível debruçar-se sobre esses temas, os quais exigem, como é sabido, a devida instrução processual do feito, na origem.

Ante o exposto, indefiro o pedido.

Publique-se.

Brasília, 30 de agosto de 2013

Ministro Joaquim Barbosa

Presidente

O STF, reconhecendo a importância do tema, chegou mesmo a atribuir a um julgamento pendente sobre a questão o efeito de repercussão geral, embora ainda não tenha sido proferida a decisão final (AI 853275/RJ).

A tendência atual, de todo modo, é no sentido do acolhimento da tese de que o corte de ponto é indevido, notadamente nas situações em que a greve tenha por fundamento ilegalidade cometida pelo administrador e não seja, por isso mesmo, considerada ilegal ou abusiva. Além dos julgamentos já mencionados ainda pode ser citada a recente decisão da lavra do Min. Luiz Fux, na Reclamação n. 16.535, que reformando decisão do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) no que tange ao corte de ponto dos professores da rede estadual em greve, definiu: "A decisão reclamada, autorizativa do governo fluminense a cortar o ponto e efetuar os descontos dos profissionais da educação estadual, desestimula e desencoraja, ainda que de forma

oblíqua, a livre manifestação do direito de greve pelos servidores, verdadeira garantia fundamental".

Essa também foi a interpretação acatada pelo Ministro Edson Facchin no Recurso Extraordinário 693456, com repercussão geral, que se encontra com processamento suspenso no Supremo Tribunal Federal.

Colhe ressaltar que, recentemente, o conselheiro Fabiano Silveira, do CNJ, em decisão de 2015, determinou o corte de ponto dos servidores da Justiça Federal em greve (Pedido de Providências – 0003835-98.2015.2.00.000). No entanto, o Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no Estado do Rio de Janeiro – SISEJUFE – impetrou mandado de segurança contra a decisão do CNJ (MS 33.782) e obteve, em 02/10/15, decisão liminar do Ministro Edson Fachin, na qual foi reafirmada a posição recente do Supremo Tribunal Federal no sentido de proteger o direito de greve: "A legitimidade do direito de greve não pode ser aferida exclusivamente sob a ótica do empregador, ainda que seja ele o Estado. Assim, a possibilidade de instituir descontos, embora, em tese, possível, depende do reconhecimento da abusividade do movimento ou do descumprimento de condições negociadas."

Diante do exposto, a não observância da decisão exarada pelo Supremo Tribunal Federal, poderá implicar, em tese, ato de improbidade administrativa nos moldes da Lei 8429/92 – o que é acentuado, diante de eventual conduta atentatória ao direito de greve, de divulgação de fatos que conspirem contra a decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal.

São Paulo, 30 de maio de 2016.

ASSINAM:

SÉRGIO SALOMÃO SCHECAIRA – PROFESSOR TITULAR DO DEPARTAMENTO DE DIREITO PENAL, MEDICINA FORENSE E CRIMINOLOGIA DA FACULDADE DE DIREITO DA USP

GILBERTO BERCOVICI - PROFESSOR TITULAR DO DEPARTAMENTO DE DIREITO ECONÔMICO E ECONOMIA POLÍTICA DA FACULDADE DE DIREITO DA USP

MARCUS ORIONE GONÇALVES CORREIA - PROFESSOR ASSOCIADO III DO DEPARTAMENTO DE DIREITO DO TRABALHO E DA SEGURIDADE SOCIAL DA FACULDADE DE DIREITO DA USP

JORGE LUIZ SOUTO MAIOR - PROFESSOR ASSOCIADO DO DEPARTAMENTO DE DIREITO DO TRABALHO E DA SEGURIDADE SOCIAL DA FACULDADE DE DIREITO DA USP

GUILHERME GUIMARÃES FELICIANO - PROFESSOR ASSOCIADO DO DEPARTAMENTO DE DIREITO DO TRABALHO E DA SEGURIDADE SOCIAL DA FACULDADE DE DIREITO DA USP

PAULO EDUARDO VIEIRA OLIVEIRA - PROFESSOR ASSOCIADO DO DEPARTAMENTO DE DIREITO DO TRABALHO E DA SEGURIDADE SOCIAL DA FACULDADE DE DIREITO DA USP

ARI MARCELO SOLON - PROFESSOR ASSOCIADO DO DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E TEORIA GERAL DO DIREITO DA FACULDADE DE DIREITO DA USP

FLÁVIO ROBERTO BATISTA - PROFESSOR DOUTOR DO DEPARTAMENTO DE DIREITO DO TRABALHO E DA SEGURIDADE SOCIAL DA FACULDADE DE DIREITO DA USP

MANOEL CARLOS TOLEDO FILHO - DOUTOR EM DIREITO DO TRABALHO E DA SEGURIDADE SOCIAL (FACULDADE DE DIREITO DA USP) E MEMBRO EFETIVO DAS ASSOCIAÇÕES ARGENTINA E URUGUAIA DE DIREITO DO TRABALHO E DA SEGURIDADE SOCIAL

JOSÉ AUGUSTO FONTOURA- PROFESSOR DOUTOR ASSOCIADO DO DEPARTAMENTO DE DIREITO INTERNACIONAL E COMPARADO DA FACULDADE DE DIREITO DA USP

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